Retina Desgastada
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1 de janeiro de 2015

2014 e o Ano Que Eu Gostaria de Esquecer

Nada está tão ruim que não possa piorar. Se abri o ano de 2014 reclamando de 2013, ("2013 foi um dos meus piores anos em muito tempo. (...) Praticamente, tudo que podia dar errado, deu"), não podia imaginar o nível de dificuldade que me aguardava. Aguardo o distanciamento necessário para talvez um dia comentar todos os problemas que atravessei em 2014. Por enquanto, encerro aqui.

sonicE essa nuvem negra se refletiu nos jogos e na infeliz decisão de trabalhar com uma lista fechada de sugestões de leitores e títulos premiados. Esqueci completamente que gosto é uma questão muito pessoal e me vi atado a escolhas que não me apeteciam ou que se revelaram jogos completamente diferentes do imaginado. Ainda pretendo cumprir a lista até o final, começando 2015 mais ou menos de mãos atadas.

Procurei de diversas formas escapar da rigidez das regras que eu mesmo estabeleci. Ora ela não valia para jogos que pertenciam ao meu filho (o que incluiu Minecraft, que provavelmente joguei mais sem a companhia dele do que ao lado dele), ora não valia para MMOs, ora não se aplicava a betas e jogos gratuitos por tempo limitado, ora não tinha validade no período do Outubro do Horror, ora incluía a continuação de um jogo anterior (salve, Clementine!). Sempre que podia, me esquivava e jogava algo fora da lista...

Na ordem cronológica, joguei Path of Exile, The Plan, Outcast, The Walking Dead (e o DLC 400 Days), Race the Sun, Paper Sorcerer, Necrovision, Zeno Clash, ArcheAge, Bounty Hounds Online, The Rapture Is Here And You Will Be Forcibly Removed From Your Home, A Mother's InfernoThe Walking Dead - Season 2, I'm Scared: A Pixelated Nightmare, GRID, A Bird Story, Guild Wars 2, Plants vs Zombies: Garden Warfare, Star Wars: The Old Republic, Dungeonland e Priston Tale. Entre os títulos infantis, o ritmo muito mais puxado da primeira série, mais a distância do colégio, comeram o tempo do meu filho (ao lado da obsessão pela criação de Notch) e o resultado é um currículo minguado esse ano: Minecraft, Claw, Evoland, Mickey: Em Busca das Chaves Secretas, Tiny Brains, Arson & Plunder e Sonic and All-Stars Racing Transformed.

Por problemas e questões de tempo reduzido, como previsto, joguei bem menos do que os 42(!) títulos de 2013. O ano de 2014 se encerrou com um total de 28 jogos experimentados, dos quais 16(!) foram rejeitados de alguma forma. Não estou brincando quando digo que a impressão geral foi amarga.

Não me arrisco a fazer previsões para 2015, mas, teoricamente, haverá mais tempo disponível. Começarei o ano concluindo a lista:

Depois desses? Quem sabe? Estou ansioso para retornar à Dead Island: Riptide e Gothic IV, dois jogos que não rodaram adequadamente na minha antiga placa de vídeo e certamente terão um desempenho satisfatório com a AMD Radeon R7 240.

E, Valve, não se esqueça da gente em 2015, ok? Eu ainda acredito em Half-Life 3.

Os Melhores de 2014

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Pelo sexto ano consecutivo, segue minha relação dos melhores e piores que joguei ao longo do ano que passou:

  • Melhor Jogo: The Walking Dead
  • Maior Surpresa: Minecraft
  • Maior Decepção: Star Wars: The Old Republic
  • Pior Jogo: Priston Tale
  • Melhor Jogo Infantil: Minecraft e Sonic and All-Stars Racing Transformed
  • Pior Jogo Infantil: Evoland

(recapitulando os anos anteriores: 2008 | 2009 | 2010 | 2011 | 2012 | 2013)

2015 pode também significar uma carta marcada ou pelo menos um hype garantido: a empresa responsável pelo melhor jogo do ano na opinião do Retina Desgastada irá assumir a tarefa de criar um título no universo do a maior surpresa do ano. Minecraft: Story Mode pode ser o campeão daqui a 365 dias. Marquem aí e me cobrem.

Ouvindo: Eminem - Fine Line
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11 comentários:

Michel Oliveira disse...

Acho que devia começar o ano dando uma chance para algum JRPG - sim, sou um fã do gênero.

Se quiser posso até indicar algum que não tenha um grind tão alucinado.

Éder R. M. disse...

E joga lá o Outcast 1.1!!! :)

Susej Menegroth disse...

Pelo visto a bruxa estava solta em todos os cantos mesmo. Tanto amigos quanto conhecidos e até eu mesmo consideramos 2014 como um ano em que só faltou chover merda.

Enfim, que 2015 seja melhor para todos nós. Muita saúde no bolso, dinheiro pra dar e vender, essas coisas. Ou que, pelo menos, a vida pegue mais leve e haja mais vaselina e menos areia.

Marcos A. S. Almeida disse...

Aquino, Path of Exile você não jogou no final de 2013?
Call of Pripyat eu quase que comprei mas como vi muitíssima semelhança com o Shadow of Chernobyl , desisti. Quero um experiência bem diferente.
Bom, desejo como em anos anteriores, que a vida seja mais tranquila em 2015 , que continue com saúde e que prospere em sua atividade.Só assim teremos mais postagens - ou não, vai saber se sua prosperidade lhe trará mais ou menos tempo.Abraço e um Feliz Ano Novo pra você e família.

estacado disse...

eu acho que tu tinha que largar tudo e ir jogar Dragon Age: Inquisition. Não sei como seria o desempenho no teu pc, que é algo que sempre nos aflige :/ mas é uma grande jogo - pena que o valor dele é algo pra dar risada umas três horas, de tão caro.

Nobody_joe disse...

2014 não foi fácil pra ninguém.

Na área dos games houveram muitas decepções, como Assassin's Creed Unity e Watch Dogs falhando em cumprir tudo que prometiam e também com o adiamento de vários títulos esperados.

Mas 2015 promete ser um ano melhor.

C. Aquino disse...

Michel, os tais 15 dias de trial do Final Fantasy XIV estão na minha mira para este ano. Assim como o clássico FFVII.

Éder, quem sabe, quem sabe...

Amen, Susej!

Marcos, eu comecei o Path of Exile no final de 2013 e encerrei minha jornada no comecinho de 2014 (assim como Serious Sam 2). Aí classifica pro ano seguinte. Feliz Ano Novo pra você e sua família também, camarada!

Estacado, eu tenho o estranho hábito de começar sagas pelo começo, então estou 3 Dragon Ages atrasado aí... mas um dia eu enfileiro os três como fiz com Mass Effect.

Nobody_joe, fico feliz só de saber que o NeogamerBr voltou! Que venham mais postagens!

Thiago Gianelo disse...

Você vai sofrer um pouco com The Witcher, então lá vai uma dica: "Pegue esse jogo só quando você estiver com bom humor, paciência, saco e tempo. The Witcher é um jogo que você pode amar e virar fanático a ponto de comprar os livros pra ler e tentar descobrir tudo e mais um pouco sobre o mundo dele... ou Odiar e sequer aguentara olhar ele na sua lista de jogos. Não existe meio termo!"

Eu adorei The Witcher... tanto que tenho mais de 100 horas desse jogo se você olhar no meu perfil (ThitoGamer) do Steam e ainda planejo mais umas 50 horas para completar todos os caminhos diferentes, porem ele é um jogo muito complicado de pegar a linha, a jogabilidade não é das melhores (Também não é bicho de sete cabeça, basta se empenhar) e você vai cansar um pouco porque o jogo em dados momentos é bem repetitivo e... fazer as missões de ponto A até ponto B se provam desnecessariamente e extremamente longas, fora outros aspectos mal pensados (Como a parte dos equipamentos, vai demorar pra você entender como funciona o esquema de armas, habilidades e atributos).

Bom, é isso, quando chegar o dia de você jogar The Witcher faça quando você estiver de boa, sem stress e com calma. Hahaha

Shadow Geisel disse...

para jogos, 2014 foi um ano bom. Conheci novas franquias, como Xcom, consegui dar uma filtrada melhor nos jogos que adquiri. sobre o Dragon Age, resolvi dar uma nova chance a ele, visto que joguei em 2010 e o execrei pelos gráficos visual toscos. mas todos falam que é um RPG épico, então vou ver se é tudo isso mesmo (por uma ótica menos exigente com visuais). a demo de FF XIV eu instalei (depois de um download FDP de 6 gigas) mas ele começou a frescar com a minha conexão (pode ter sido aquele tal ataque dos hackers à PSN, mas eu simplesmente não estou disposto a baixar tudo de novo)e não consegui jogar. desisti.

Michel Oliveira disse...

Eu to jogando Dragon Age Inquisition e bem... Os acontecimentos dele são diretamente ligados a DA2 e DAO. Logo, quem não jogou os dois primeiros vai boiar mesmo.

Pena que não pude usar o site que a EA fez pra eu customizar o jogo de acordo com a escolhas que fiz nos dois primeiros - sim, minha versão é bucaneira, foda-se a EA -, mas duvido que isso mudaria grande coisa.

Ah, não posso deixar de dizer que DA2, é uma merda! A única coisa que presta no jogo é o Varric. Que bom que ele está no Inquisition.

Raphael AirnMusic disse...

Concordo com o Thiago sobre The Witcher... estou jogando o primeiro, na esperança de terminar os dois antes do lançamento do 3 e é tarefa dura aprender algumas coisas dele.

sem contar que instalei de cara alguns mods e entre eles estava um de deixar a dificuldade mais parecida com o mundo real ou algo assim. como resultado, vejo no youtube a galera matando monstros com 3 espadadas enquanto eu morro trinta vezes depois de 40 espadadas em que as desgraças nao morrem. e eu falei que nao tem como alterar a dificuldade do jogo depois de iniciado? =/

entao vai com paciencia mesmo, aquino!

e otimo ano de 2015, boa sorte e melhoras na vida real ;)

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