Retina Desgastada
Idéias, opiniões e murmúrios sobre os jogos eletrônicos
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31 de março de 2015

Como Mudar o Java do Minecraft ou Como a Microsoft Já Começou Com o Pé Direito

publicado simultaneamente no Código Fonte

Para muitos, Java é um espinho encravado no pé de Minecraft. Embora tenha sido criado na plataforma, esta dependência abre um buraco de segurança em qualquer computador. Porque Java é considerado por 11 em 10 empresas de segurança como a porta de entrada de malwares de todo tipo e um mal a ser extirpado. Já foi removido do Internet Explorer. Já foi removido do Firefox. Mas continua no Minecraft.

Com a compra da Mojang pela Microsoft, pouca coisa mudou no jogo. Exceto que agora é possível alterar o Java de Minecraft.

Teoricamente, você pode dizer adeus à versão global do Java instalado pela Oracle e referenciada por outros programas. Essa versão geralmente fica instalada na pasta Arquivos de Programas e é o alvo preferido dos criadores de cavalos de Troia, justamente por ser acessada por navegadores e por sua localização ser de conhecimento público. Se o Minecraft era a única aplicação em seu computador que dependia do Java, pode removê-lo depois desta dica.

Com a mudança implementada no jogo, o executável do Minecraft passa a utilizar uma instância .do Java própria, instalada na pasta que você quiser, e que será sempre atualizada automaticamente para a versão mais segura e de melhor performance.

Se você está usando a versão antiga do Minecraft, antes da mudança, já deve ter visto a mensagem abaixo no Launcher:

minecraft-01

Traduzindo: o jogo sabe que você está usando o método antigo. Siga a sugestão, clique no link e baixe o novo instalador do jogo.

Até pouco tempo atrás, o executável do Minecraft era um arquivo único que você jogava em qualquer canto do computador, talvez até na Área de Trabalho, para não precisar criar um atalho. Não só está errado esse hábito de salvar tudo na Área de Trabalho, como também a situação fica um pouco mais complexa agora.

Porque, na verdade, o que o Minecraft fazia era deixar o Launcher isolado do resto dos arquivos do jogo, que se escondiam em C:\Users\(***SEU NOME DE USUÁRIO***)\AppData\Roaming\.minecraft. Os outros arquivos irão continuar lá, mas agora o novo Launcher precisará de uma pasta só para ele em algum lugar do seu HD, porque ele irá criar outros diretórios e arquivos. Inclusive, sua própria instância do Java.

Execute o instalador que você baixou do link e escolha um diretório qualquer para instalação:

minecraft-02

Sua instalação deverá ficar assim:

minecraft-03

Perceba que eu optei por instalar em C:\Games\Minecraft, mas a escolha é sua. O antigo Minecraft.exe agora se chama MinecraftLauncher.exe. E há novas subpastas. Subpastas estas que ficariam espalhadas por toda sua Área de Trabalho se você insistisse nessa ideia de manter coisas instaladas na Área de Trabalho...

No Launcher antigo, era referenciado o caminho para instalação global do Java:

minecraft-05-a

Para ter certeza de que agora o Minecraft está usando a instância do Java exclusiva dele, confira os detalhes do seu perfil:

minecraft-04minecraft-05-b
O caminho do runtime do Java aponta para o diretório de instalação que eu especifiquei. Essa versão do Java é exclusiva do Minecraft e não será chamada por nenhum programa (ou malware). Segundo a Mojang, com a atualização automática obrigatória, você sempre terá a versão mais segura e mais rápida do Java disponível. Se você por acaso estava usando inadvertidamente a versão global do Java para 32bits em um Windows de 64bits, você irá notar um grande ganho de performance agora, já que o novo instalador traz a versão certa para você. E eu não me espantaria se no futuro a Mojang  customizasse essa versão do Java mais ainda, por questões de performance.

Se você utiliza o Forge para administrar seus mods, vale dizer que a versão para Minecraft 1.7.2 parou de ser atualizada e sua última versão não é compatível com esta mudança. Entretanto, a partir do Forge para Minecraft 1.7.10, a transição ocorre sem problemas.

Amargo Pesadelo

I Know That Feeling Bro

Foi neste ponto que o processo virou um pesadelo aqui em casa. Sedento pela performance (e nem tão preocupado assim com o Java, que é desabilitado por padrão no meu navegador), fiz a transição. O Forge para 1.7.2 não segurou e o Minecraft parou de abrir. Fui atrás de uma atualização deste Forge ela não existe. Migrei para o Forge para 1.7.10.

E claro que alguns dos mods que eu tinha para 1.7.2 apitaram. Crash após crash fui eliminando para descobrir qual ou quais dos 23(!) mods instalados aqui era(m) o(s) culpado(s). Um processo que tem que ser feito manualmente: remove todos os mods do diretório, copia um a um de novo e tenta abrir o Minecraft. Abriu? O mod é inocente.

Descobri que o culpado era o MoVillages, que aumenta a quantidade e a variedade de vilas no jogo. Posso viver sem ele até achar uma versão compatível. Ou viver sem ele para sempre. Na verdade, se não for configurado direito ele gera vilas demais.

O Minecraft abre agora. Mas meus mundos não. Nem cria mundos novos. Pelo menos um dos 22 mods ainda é incompatível... e lá vamos nós para a caçada mais uma vez. Se serve de consolo, agora posso instalar aqueles mods que só são compatíveis com Minecraft 1.7.10. Por outro lado, irei passar por tudo isso de novo quando decidir migrar para a versão 1.8.1 do jogo...

Mods são um dos pilares da popularidade do Minecraft. Sem a menor sombra de dúvida. Mas nem a Mojang, nem a Microsoft moveram uma palha para tornar a tarefa mais fácil para os usuários. E morro de medo que eles apenas piorem o que já está complicado.

Ouvindo: Iron Maiden - Charlote The Harolt

30 de março de 2015

Killing Floor 2: 33 Minutos no Inferno Gelado

A PC Gamer fechou mesmo exclusividade com a Tripwire Interactive e depois de serem os primeiros a anunciarem Killing Floor 2, continuaram revelando vídeos do jogo e agora atacam com a primeira filmagem de jogatina. Contemple 33 minutos de carnificina, uma partida completa com sete ondas de criaturas até o misterioso chefe final:

Depois, a PC Gamer liberou outros dois vídeos em outro mapa, um com dez minutos e outro com nove, sem muitas novidades.

Enquanto assistia, anotei algumas considerações:

  • Apesar do jogo estar escalado para PlayStation 4, não é o que pode ser considerado next-gen. Os desenvolvedores optaram por usar a Unreal Engine 3, ao invés da versão 4, para não alienar a base de usuários. Então, não espere gráficos estupendos. De qualquer forma, se você está esperando gráficos estupendos de Killing Floor, você não entendeu Killing Floor.
  • Originalmente, as criaturas tinham 7 pontos de desmembramento. Esse número foi aumentado para 22. Despedaçar as criaturas de novas formas é um dos pontos alardeados da continuação. Entretanto, a diferença na tela é imperceptível.
  • Se o desmembramento deixa a desejar, a quantidade de sangue em cena não. Com o passar da partida, o chão fica imundo.
  • A interface toda foi modernizada. Está mais limpa, mais moderna, quase de ficção-científica. Essa mudança é mais perceptível no menu do Trader, que remete mais a Mass Effect ou Star Trek do que a sujeira grunge do jogo original.
  • Mesmo fisicamente, a Trader não está mais ali, apenas um terminal de venda similar ao de Dead Space e outros.
  • Seguindo a mesma linha, há mais neon no jogo. A linha que traça o caminho até o Trader parece algo saído de TRON. A solda da porta brilha azul. Polígonos azulados saem de quem está sendo curado.
  • Em contrapartida, é mais fácil visualizar o quão protegida está uma porta e se ela está sofrendo ataque. O grito da Siren também é mais visível agora.
  • Os novos espécimes não impactam o jogo. Tanto o Cyst quanto o Slasher passam despercebidos na multidão e não alteram a jogabilidade.
  • Por outro lado, tanto o Scrake quanto o Fleshpound ganharam novas animações, muito mais assustadoras e fluidas. O Scrake inclusive faz um rodopio com a motosserra na mão que é uma clara referência ao clássico The Texas Chainsaw Massacre. Ambos parecem mais simiescos e brutais.
  • Agora é possível dar coronhadas nas criaturas. Sofri muito jogando Left 4 Dead simultâneo a Killing Floor e me flagrava várias vezes tentando afastar as criaturas em vão no jogo da Tripwire.
  • O martelo é uma arma devastadora. Lembra as melhores marretas de Dead Island.
  • Agora também é possível passar munição para um aliado, um dos grandes empecilhos em partidas com grande quantidade de monstros.
  • Nenhuma perk nova foi exibida.
  • SPOILER: O vídeo não chega a mostrar o novo chefe, por ordens da desenvolvedora. Mas sabe-se que ele é osso duro de roer. Ele destruiu o time da PC Gamer. Segundo a Tripwire, o novo chefe não será um substituto do Patriarch, que também aparece no jogo, embora não tenha sido revelado ainda. Não se sabe como Killing Floor 2 vai trabalhar a questão de dois chefes finais diferentes.

Música Para Relaxar

KF2-OST

Qualquer um que jogou uma partida do primeiro jogo certamente ficou com a trilha sonora martelando na cabeça por dias a fio: uma seleta mistura de metal e industrial só com faixas exclusivas que capturavam com maestria a atmosfera atormentada, mas energética, do jogo.

Depois de deixar as músicas soltas em uma pasta no diretório de instalação, a Tripwire Interactive sentiu o poder que tem nas mãos e irá lançar a trilha sonora de Killing Floor 2 comercialmente na forma de CD (e download digital).

O álbum chega às lojas no dia 21 de Abril e vai trazer "metal, rock, industrial e electronic" em doses iguais. Ou seja, igualzinho ao primeiro porque não se mexe em time que está ganhando. As faixas foram escolhidas a dedo entre os artistas do selo independente Solid State Records, então pode ser uma boa oportunidade de se conhecer sangue novo. Mas os fãs também podem ficar tranquilos: zYnthetic, responsável pela maioria das músicas do primeiro jogo, está de volta para a colaboração e assina 10 músicas na trilha.

Segue a lista de faixas:

01 - Murderer, Impending Doom

02 - Something More (Re-Record), Living Sacrifice

03 - Infected, Demon Hunter

04 - By the Throat, Zynthetic

05 - Kill or Be Killed, Rocky Gray

06 - Image Corruptor, Zynthetic

07 - Made for War, Bruce Fitzhugh and Jeremiah Scott

08 - Prey for the Wicked, Zynthetic

09 - We Don’t Care, Demon Hunter

10 - Clone Mutation, Rocky Gray

11 - Bitter End, Fit for a King

12 - Death Marches, Zynthetic

13 - Rendezvous Point, Zynthetic

14 - Ravenous Disease, Impending Doom

15 - Hydra, Zynthetic

16 - Despair, Living Sacrifice

17 - Collapsing, Demon Hunter

18 - Foreign Bodies, Zynthetic

19 - Incarnate, Zynthetic

20 - Not I, Demon Hunter

21 - Recombinant, Zynthetic

22 - Death, Demon Hunter

23 - Aftermath, Zynthetic

Faixas-bônus exclusivas da versão digital:

24 - Defend the Crown, Bruce Fitzhugh and Jeremiah Scott

25 - Disunion Reconstructed, Dirge

Enquanto o jogo não tem data para lançar, logo será possível ripar o CD e colocar as novas faixas no jogo antigo. Ou só inserir no seu fone ouvido e relaxar ao som da matança.

Ouvindo: KMFDM - These Boots (Bombs Remix)

28 de março de 2015

Capital Aberto

patreon

Aproveitando ensejo do aniversário de sete anos do Retina Desgastada, finalmente tomei uma decisão que já estava de longa data ali no fundo da cabeça: capitalizar o blog. A partir deste momento, teremos conteúdo exclusivo para assinantes premium (incluindo acesso antecipado a artigos), publieditoriais, alguns banners de AdSense e uma área VIP de downloa...

Não. Nada disso.

O Retina Desgastada agora tem um Patreon.

Para quem não conhece o conceito, é um sistema de financiamento coletivo onde criadores de conteúdo original são patrocinados diretamente por sua audiência para continuarem fazendo o que fazem de melhor sem tantas preocupações sobre de onde virá a próxima refeição. Ao contrário do Kickstarter que reúne doações para um projeto fechado, em troca de um produto que pode ou não ser entregue no final, o modelo do Patreon funciona com obras abertas, sem fim, onde os interessados dão um incentivo continuado em troca de um produto que já conhecem e aprovam.

Frisando aqui que nenhum conteúdo do blog será exclusivo para assinantes. O patrocínio é totalmente voluntário. Seguirei com a rotina de publicação, sem fechar áreas. A mudança quando vier será benéfica para todos: mais conteúdo, com mais frequência e a qualidade que vocês conhecem.

Estou seguindo os passos do Gamesfoda, Manual do Usuário e Overloadr que optaram pelo crowdfunding ao invés de seguirem o esquema tradicional de anunciantes, com resultados positivos. Não tenho a pretensão de repetir seus valores, mas qualquer oferta será muito bem-vinda.

Então, quer ser um patrono?

Ouvindo: Cowboy Junkies - Notes falling slow

Resultado da Promoção dos Sete Anos

Sete anos de atividades.

1645 postagens (incluindo esta).

7863 comentários (menos de 10 excluídos até hoje, é a melhor comunidade!).

E agora 100, 100 jogos sorteados para comemorar o aniversário do Retina Desgastada!

Tenho muito a agradecer à imensa generosidade dos camaradas Daniel Puia, Diego Augusto, Edson Weslenn, Eduardo Lacerda, Fabiano G. Souza, Gustavo Coelho, Hewertton Avelar, Robson Arruda, Rodrigo Ghedin, Taís Fantoni, Thiago Costa e Victor Hugo que cederam a maioria das chaves e links de ativação para esta promoção. Esta festa é uma homenagem deles a vocês, leitores que acompanharam estes sete anos de blog!

the-witcher-2-flag

Tivemos no total 148 participantes, 48% a mais do que a última promoção que teve exatos 100 concorrentes. Foram feitas 700 escolhas! Nem todo mundo pode ganhar e alguns sortudos levarão mais de um prêmio para casa. É o jogo preferido dos Deuses Randômicos.

O título mais disputado foi The Witcher 2, antecipando o aguardado lançamento do terceiro capítulo da saga em breve. Dos 148 inscritos, 34 deles saíram no tapa atrás das aventuras do bruxeiro.

Os jogos Weird Worlds: Return to Infinite Space, Crash Time 2, Racer 8, White Noise Online, Salammbo: Battle for Carthage, Greed Corp, SOL: Exodus, English Country Tune, Chaos Domain, Amerzone: The Explorer's Legacy, Memories of a Vagabond, Inherit the Earth: Quest for the Orb, Borealis e Chaos Ride não tiveram nem um único interessado e farão parte de um próximo sorteio.

Os Ganhadores

  • Joseilton Constancio não teve concorrentes e levou o jogo Kingdom Elemental.
  • Vinicius Alvarenga Bei triunfou sobre os outros 7 oponentes e embolsou o jogo Kingdom Rush.
  • Bruno Gurgel venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Afterfall Insanity Extended Edition.
  • Lara não teve concorrentes e levou o jogo Imagine Me.
  • Daniel Zanco triunfou sobre os outros 3 leitores e vai aproveitar o jogo MURI.
  • Daniel Berton sapatateou na cova dos 30 candidatos e embolsou o jogo Dreamcast Collection.
  • Henrique Thomazi sapatateou na cova dos 8 camaradas e ganhou o jogo Tiny and Big: Grandpa's Leftovers.
  • Luiz Antônio sapatateou na cova dos 26 participantes e faturou o jogo Risk of Rain.
  • Rafael Oliveira teve mais sorte que os outros 28 adversários e levou o jogo Sonic and All-Stars Racing Transformed.
  • Anderson Silveira triunfou sobre os outros 4 oponentes e faturou o jogo Gun Metal.
  • Gabriel Montserrat venceu outros 9 concorrentes e conquistou o jogo Q.U.B.E..
  • Vítor Caron venceu outros 5 participantes e vai aproveitar o jogo Stealth Bastard Deluxe.
  • Luan não teve concorrentes e levou o jogo Jack Lumber.
  • Thiago Bernardino mandou beijo no ombro pros 3 camaradas e embolsou o jogo Oozi: Earth Adventure.
  • Wallacy Wagner dominou os 12 oponentes e conquistou o jogo Warhammer 40,000: Dawn of War.
  • Rodrigo Ponzetto venceu outros 10 leitores e embolsou o jogo Titan Quest.
  • Anderson Silveira não teve concorrentes e levou o jogo A Virus Named Tom.
  • Waldir Mendes Quaresma Netto não teve concorrentes e levou o jogo Cortex Command.
  • Alexandre Bueno mandou beijo no ombro pros 34 participantes e levou o jogo The Witcher 2.
  • Vagner dominou os 3 oponentes e levou para casa o jogo Dead Space.
  • Carlos Veras sapatateou na cova dos 5 participantes e levou o jogo Burnout Paradise: The Ultimate Box.
  • Samir Fraiha triunfou sobre os outros 12 interessados e embolsou o jogo Crysis 2 Maximum Edition.
  • Ralf dominou os 7 leitores e vai curtir sozinho o jogo Medal of Honor.
  • Gutembergue Lucas Vila Nova sapatateou na cova dos 14 leitores e recebeu o jogo Mirror's Edge.
  • Bruno Gurgel nem viu nenhum dos outros 3 leitores e embolsou o jogo Command & Conquer: Red Alert 3 - Uprising.
  • Diogo não teve concorrentes e levou o jogo Populous.
  • Lucas Gimenez sapatateou na cova dos 6 oponentes e conquistou o jogo Battlefield 3.
  • Marvio Leite sapatateou na cova dos 16 participantes e vai aproveitar o jogo The Sims 3 + DLCs (High End Loft, Late Night e Date Night).
  • Lucas Rabelo Almeida foi o vitorioso sobre 32 participantes e recebeu o jogo The Incredible Adventures of Van Helsing - Complete Pack.
  • Gustavo Moreira teve mais sorte que os outros 27 interessados e conquistou o jogo Deadlight.
  • Gustavão teve mais sorte que os outros 4 competidores e vai aproveitar o jogo Galactic Civilizations II: Ultimate Edition.
  • Raul Castilhos De Paiva mandou beijo no ombro pros 19 participantes e conquistou o jogo Orcs Must Die! 2: Complete Pack.
  • Arthur Gonzaga triunfou sobre os outros 8 competidores e vai curtir sozinho o jogo PixelJunk Eden.
  • Arthur Castaldi sapatateou na cova dos 19 competidores e conquistou o jogo The Lord of the Rings: War in the North.
  • Mauricio Daniel nem viu nenhum dos outros 9 concorrentes e ganhou o jogo Guardians of Middle-earth + DLC Smaug's Treasure.
  • Antonio Augusto Pereira dominou os 16 participantes e faturou o jogo Viking: Battle for Asgard.
  • Marco Túlio Corraide nem viu nenhum dos outros 9 adversários e vai curtir sozinho o jogo The Bridge.
  • Elton Gradash venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Aquanox.
  • Elton Gradash venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Aquanox 2.
  • Rodrigo Lima não teve concorrentes e levou o jogo Terrorhedron.
  • Kenny Kendy venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Kill Fun Yeah.
  • Carlos Wilson venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Project Root.
  • Rodrigo Lima não teve concorrentes e levou o jogo Heavy Fire: Afghanistan.
  • Olímpio Henrique não teve concorrentes e levou o jogo The Few.
  • Rodrigo Lima venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Dungeons: The Eye of Draconus.
  • Vinícius Freire Amorim dominou os 4 concorrentes e vai aproveitar o jogo Residue: Final Cut.
  • Antonio Augusto Pereira não teve concorrentes e levou o jogo Rhythm Destruction.
  • Caio Luiz não teve concorrentes e levou o jogo Hammerfight.
  • Anderson Silveira sapatateou na cova dos 5 leitores e conquistou o jogo Rocketbirds: Hardboiled Chicken.
  • Douglas Machado Baptista nem viu nenhum dos outros 27 leitores e levou o jogo Limbo.
  • Vagner triunfou sobre os outros 28 candidatos e faturou o jogo Bastion.
  • Marvio Leite foi o vitorioso sobre 10 concorrentes e levou o jogo Tropico 3.
  • Marcus Mauro venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Gish.
  • Henrique Thomazi triunfou sobre os outros 6 participantes e levou para casa o jogo Toki Tori.
  • Daniel Zanco foi o vitorioso sobre 3 competidores e recebeu o jogo Receiver.
  • Juliano Rodrigues venceu outros 3 participantes e ganhou o jogo Sherlock Holmes: The Mystery of the Persian Carpet.
  • Juliano Rodrigues derrotou 4 adversários e recebeu o jogo Sherlock Holmes: Nemesis.
  • Chico Freitas teve mais sorte que os outros 3 adversários e conquistou o jogo Sherlock Holmes: The Awakened.
  • Raphael S. Neto venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Sherlock Holmes: The Silver Earring.
  • Juliano Rodrigues não teve concorrentes e levou o jogo Sherlock Holmes: Mystery of the Mummy.
  • Lucas Gimenez derrotou 28 leitores e vai curtir sozinho o jogo Batman: Arkham Asylum Game of the Year Edition.
  • Wyslas sapatateou na cova dos 5 leitores e levou o jogo Dear Esther .
  • Marco Túlio Corraide foi o vitorioso sobre 7 competidores e levou o jogo Little Inferno.
  • Lucas sapatateou na cova dos 7 adversários e ganhou o jogo Proteus.
  • Nathan Igor Dias Furlan venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Intrusion 2.
  • Kenny Kendy triunfou sobre os outros 26 oponentes e ganhou o jogo Mortal Kombat Kollection.
  • Thulio Alves venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Gotham City Impostors: Professional Kit.
  • Luiz Carlos venceu outros 24 oponentes e ganhou o jogo Scribblenauts Unlimited.
  • Carlos Jose De Santana sapatateou na cova dos 12 adversários e levou para casa o jogo Dead Space 3.
  • Waldir Mendes Quaresma Netto nem viu nenhum dos outros 5 adversários e ganhou o jogo Command & Conquer: Red Alert 3.
  • Daniel Berton venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Return to Mysterious Island 2.
  • Gustavo Moura Da Silva venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Heileen 2: The Hands Of Fate.
  • Lucs triunfou sobre os outros 3 camaradas e conquistou o jogo Leviathan: The Last Day of the Decade.
  • Nelson Junior Silva não teve concorrentes e levou o jogo Nostradamus: The Last Prophecy.
  • Carlos Wilson não teve concorrentes e levou o jogo The Blue Flamingo.
  • Raphael S. Neto foi o vitorioso sobre 5 concorrentes e vai aproveitar o jogo The Maker's Eden.
  • Renato Dalcin triunfou sobre os outros 5 adversários e levou o jogo Akane the Kunoichi.
  • Marcos A. S. Almeida mandou beijo no ombro pros 7 competidores e levou o jogo Daikatana.
  • Thiago Bernardino nem viu nenhum dos outros 7 camaradas e faturou o jogo Thief Gold.
  • Thiago Costa sapatateou na cova dos 4 concorrentes e faturou o jogo Insanely Twisted Shadow Planet.
  • Raul Castilhos De Paiva dominou os 13 leitores e recebeu o jogo Insurgency.
  • Henrique Thomazi derrotou 7 participantes e vai curtir sozinho o jogo Dead Pixels.
  • Thiago Costa mandou beijo no ombro pros 3 camaradas e embolsou o jogo Kami.
  • Daniel não teve concorrentes e levou o jogo Pahelika: Secret Legends.
  • Olímpio Henrique derrotou 8 interessados e levou para casa o jogo Survivalist.
  • Carlos Veras triunfou sobre os outros 4 adversários e vai curtir sozinho o jogo Tex Murphy: Martian Memorandum.

Com o tempo, cada um dos 100(!) ganhadores receberá sua(s) chave(s) ou link(s) de ativação por e-mail ou diretamente pelo Steam. Pode demorar um pouco mais do que o normal, dado o volume, mas ainda este final de semana acredito que todos já possam jogar!

Ouvindo: Cowboy Junkies - He will call you baby

24 de março de 2015

Sobrevida

Confesso que não morro de amores por esta onda de "jogos de sobrevivência", habilmente iniciada por DayZ e sem hora para acabar. Hoje em dia o que foi inovação por alguns meses se tornou uma fórmula surrada: imenso mundo aberto com recursos escassos, inteligência artificial tosca e licença total para os jogadores revelarem seu pior lado uns contra os outros. O que irrita é a ausência de criatividade, a mentalidade de seguir o líder sem piscar e a clara falta de escrúpulos de diversos desenvolvedores que entregam produtos inacabados, na esperança de que a jogabilidade emergente de lobo comendo lobo camufle os bugs enquanto fogem com o dinheiro. A maioria absoluta protegida sob a tutela do Early Access, do desenvolvedor de fundo de quintal até a toda poderosa Sony e seu H1Z1.

Rancor não leva a lugar algum, então sobra o deboche. Para tal, me aproprio do hilário vídeo da Crazy Boris Productions, que sintetiza o Jogo de Sobrevivência Definitiva:

O mercado aproxima-se da saturação. Como hordas de gafanhotos, os jogadores pulam de título em título e sua fama não dura o suficiente para que seus criadores tenham tempo ou interesse em corrigir as falhas. A rotatividade é alta, se piscar, morre, suas curtas vidas emulando o que acontece dentro dos próprios jogos.

No mesmo mês em que os desenvolvedores de Atajrubah, um jogo de sobrevivência com temática árabe, assumem que não serão capazes de terminar o jogo e oferecem devolução de dinheiro para os jogadores, Dead Sea, outro jogo de sobrevivência com temática árabe é anunciado com pouquíssimos detalhes e em um estado bem inicial de desenvolvimento. O gênero está próximo da massa crítica e o excesso gesta coincidências que antes seriam inimagináveis. Tudo que já foi imaginado, já foi imaginado pelo menos duas vezes.

Até alguém soltar o jogo do Tubarãossauro Canibal Mutante no Early Access.

Ouvindo: Nosferatu - The Gauntlet

20 de março de 2015

Jogando: S.T.A.L.K.E.R. : Call of Pripyat

A Ponte

Seis anos depois, estou de volta a S.T.A.L.K.E.R.. Estou de volta à Zona. Mudou o jogador, mudou o jogo. Mas algumas coisas continuam as mesmas: o medo, a solidão e a tristeza que permeiam essa sinistra recriação da verdadeira Zona de Exclusão de Chernobyl.

Este é o terceiro jogo da franquia e, até disposições em contrário, o último. Canonicamente é a continuação direta do primeiro jogo e, por esse motivo, pulei o mal-afamada Clear Sky. Graças aos esforços do protagonista de Shadow of Chernobyl, a arma de controle mental operando na região foi desativada e os saqueadores conseguiram acesso a regiões bem mais amplas da Zona. Até o Governo da Ucrânia se sentiu à vontade para enviar uma esquadrilha de helicópteros para explorar o terreno. Nenhuma aeronave ou seus tripulantes retornou ou fez contato. Sua missão é descobrir o que ainda pulsa na misteriosa área.

Se no primeiro título você encarnava o clichê do herói desmemoriado, aqui você trabalha para as autoridades e já começa a trama sabendo o que fazer, com equipamento de razoável qualidade. Essa segurança talvez tenha me causado uma impressão inicial ruim do jogo. Com pontos marcados no mapa indicando os locais das quedas dos helicópteros, o mundo aberto da franquia parecia limitado a cumprir objetivos palpáveis.

Ledo engano, obviamente.

Fauna LocalLuz e Sombras

Como veterano do mundo-cão que foi Shadow of Chernobyl, é inegável que este terceiro capítulo está mais suave no quesito dificuldade. Pelo menos na primeira área que explorei até agora, há bem menos facções hostis que atiram primeiro e perguntam depois. Mesmo os monstros, em sua maioria, assustam mais do que efetivamente matam.

Entretanto, na medida em que você vai se envolvendo com as nuances daquele microverso e mergulhando de cabeça na atmosfera mórbida do jogo, o medo vai se infiltrando em sua alma. A Zona está disposta a te matar e a segurança é uma ilusão. O ecossistema dinâmico característico da série se faz presente e cria situações de narrativa emergente de gelar o sangue. Do nada, um Bloodsucker cruza o facho de sua lanterna durante a noite em uma caminhada supostamente prosaica de volta à base e você corre sem olhar para trás. Um Snorkel pula na sua frente em plena luz do dia. Com pouca munição, passei a noite inteira no alto de uma colina esperando um chacal desistir do meu cheiro, em vão, apenas para mais uma vez correr pela minha salvação. Um alerta de Emissão radioativa te pega de surpresa no descampado e você se pergunta em desespero onde pode estar o abrigo mais próximo.

Emissão

As missões também brilham, mais refinadas do que me lembrava do primeiro jogo. Em uma delas, fiz algo que reflete perfeitamente o espírito da Zona: atirei pelas costas de quem confiava em mim. Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, essa é a lei, essa é a regra. Enquanto outra missão me enviava para o coração negro do pavor...

Por absoluta falta de tempo, não retornei a Call of Pripyat. A segunda região foi desbloqueada e sua aparente maior organização contrasta com uma nova fauna que parece ser ainda mais hostil. Não tenho tempo. Mas ouço o chamado. Anseio pelo retorno.

Pela segunda vez, a Zona me captura.

O Chamado

Raspando a Ferrugem

Tecnicamente falando, S.T.A.L.K.E.R. : Call of Pripyat tem dois problemas graves. O primeiro é sua estranha capacidade de fechar abruptamente e me devolver para a Área de Trabalho. O segundo é que o motor gráfico não envelheceu tão bem assim.

Consertar o primeiro problema foi relativamente fácil. Existem duas alternativas sugeridas por outros usuários em fóruns e, como apliquei as duas sugestões, não sei qual realmente resolveu. Ou se foi mesmo uma combinação de ambas. Sei apenas que o jogo nunca mais travou.

Uma das sugestões é encontrar o executável do jogo, normalmente em \Steam\SteamApps\common\Stalker Call of Pripyat\Stalker-COP.exe, clicar com o botão direito e marcar a opção "Desativar composição de área de trabalho" na aba Compatibilidade. Sabe aquelas firulas gráficas que o Windows coloca como barras transparentes e animações? Parece que atrapalham o jogo.

image

Outra sugestão foi entrar nas opções gráficas do jogo e habilitar o suporte ao DirectX 11, se o seu computador/placa de vídeo tem isso. Mesmo que não funcione para impedir travamentos, o jogo fica mais bonito assim.

O segundo problema do jogo, ou de minhas memórias, é que Shadow of Chernobyl era belíssimo e à frente do seu tempo em termos de efeitos de luz, texturas e detalhes de objetos. E não senti nada disso em Call of Pripyat. Afinal, seis anos de diferença são seis anos de diferença. Mudou o jogador. O motor gráfico seguiu o mesmo.

Felizmente, para estes casos, sempre existem os mods. Há uma comunidade bastante ativa dedicada à franquia S.T.A.L.K.E.R. e muitas opções que melhoram e melhoram muito o visual do jogo. Infelizmente, a vasta maioria delas exige que você inicie um novo jogo do zero, então tenha isso em mente: é melhor primeiro instalar o mod e depois começar a jogar.

Como eu não queria começar tudo de novo, instalei apenas uma modificação: Absolute Nature 3 Lite. O resultado não é algo de se cair o queixo, mas satisfaz bastante. É possível inclusive influenciar a atmosfera do jogo, deixando um pouco menos depressivo ou muito, muito decadente.

A Ponte que Cai

Resolvidos os problemas, Call of Pripyat brilha como merece, um sinistro e feérico brilho nas trevas radioativas...

Ouvindo: Nosferatu - Lord of the Flies

19 de março de 2015

Fliperama da Solidariedade

A Suécia é mesmo um país que respira jogos eletrônicos, mesmo que você não saiba disso. Aproveitando talvez uma inspiração da Coca-Cola e pegando carona nesse gosto pelos jogos, a Cruz Vermelha instalou arcades em dois aeroportos do país. As máquinas customizadas aceitam qualquer moeda, de qualquer país e toda a grana arrecadada vai para os projetos de solidariedade da organização internacional.

 

Os fliperamas foram instalados no Aeroporto Arlanda, em Estocolmo, e no Landvetter, em Gutemburgo. Os usuários podem disputar partidas de Galaga, Space Invaders ou Ms Pac-Man nos gabinetes.

Obviamente, quanto mais você quiser jogar, mais vai estar doando. A menos que você seja um daqueles viciados que vão longe com uma "ficha" só. Nesse caso, abre espaço para o cara de trás na fila!

Ouvindo: hack SIGN - Silent Life

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Blog criado e mantido por C. Aquino

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