Retina Desgastada
Idéias, opiniões e murmúrios sobre os jogos eletrônicos
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22 de junho de 2016

Notícias do Front

Não sei quanto a vocês, mas a febre do Overwatch pegou aqui. Praticamente, não há um dia sequer sem que eu dispute uma meia hora do jogo ou que meu filho e eu debatamos sobre qual personagem é melhor contra qual ou sobre suas origens. Eu prefiro Torbjorn e Pharah, dependendo da situação. Ele curte o Reaper (ah, a infância) e o Genji, mas seu gosto varia muito.

Essa febre me faz ficar mais atento sobre notícias e curiosidades do jogo, mas tento não saturar o blog com essa nova obsessão. Por isso, estou concentrando tudo por aqui.

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Para começar, o Tuba, do Gamesfoda, fez um excelente comparativo entre Overwatch e Team Fortress 2 que deveria encerrar esse debate de uma vez por todas, mas é claro que isso não vai acontecer.

Enquanto isso, o Código Fonte publicou um infográfico para quem está indeciso sobre qual personagem jogar (minha dica: tente conhecer todos e se especializar em pelo menos três). Também é de lá a notícia de que o Modo Competitivo está em fase de testes e você pode participar.

Da minha parte não tenho interesse em jogar nesse Modo, mas fico grato que ele exista porque pode afastar os jogadores mais profissionais do playground de novatos como eu. Por causa da fissura de vencer de determinados indivíduos, me vejo mutando o som do microfone nas partidas. Acredite em mim, não é nada divertido jogar ouvindo um aleatório qualquer repetindo: "empurra a carga, seus arrombados!". Se você tentou me dar alguma dica legítima falando, desculpe, não ouvi nada.

E Você Pode Estar Lidando Mesmo Com Profissionais...

Ainda sobre jogadores "profissionais", alguns são tão bons que são acusados de trapaça. Uma jogadora coreana, especialista em Zarya, de apenas 17 anos chegou a ser banida do jogo pela Blizzard após suspeita de ser boa demais para estar jogando sem cheats. Durante uma competição realizada no país, integrantes de times rivais não acreditaram que Geguri estivesse jogando tão bem, denunciaram ela e dois deles chegaram a afirmar que se ela estivesse jogando sem trapaças, eles desistiriam da carreira profissional.

Você pode imaginar como essa história termina: Geguri provou ao vivo por uma hora seguida que era o Diabo encarnado no comando de Zarya. A Blizzard removeu todas as penalizações e os dois jogadores incrédulos abandonaram seus respectivos times.

Um caso similar levou a Blizzard a remover a funcionalidade que permitia você marcar para evitar um jogador. O recurso havia sido criado para tentar encontrar uma partida onde aquele "mala" ou aquele "troll" não estivesse presente, mas estava sendo utilizado para marcar jogadores habilidosos demais.

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Jeff Kaplan, diretor do jogo, contou no fórum oficial do Overwatch:

"Um dos melhores jogadores de Widomaker do mundo reclamou conosco sobre longos períodos de espera. Nós olhamos o caso e descobrimos que centenas de outros jogadores estavam evitando ele (ele é um cara legal - eles o evitavam porque eles não queriam jogar contra ele, não por causa de mau comportamento)

O resultado final era que ele levava um tempo extremamente longo para encontrar uma partida. A pior parte era que, quando ele finalmente conseguia uma partida, ele tinha ficado esperando por tanto tempo que o sisema abria para jogadores de baixa habilidade. Agora, um dos melhores jogadores de Widowmaker do mundo estava encarando jogadores de baixo nível de habilidade".

Nesse ponto a Blizzard percebeu que o sistema tinha uma falha (provavelmente após centenas de mortes de inocentes jogadores de baixo nível...). O recurso foi removido na última atualização e a desenvolvedora estuda um substituto para punir maus jogadores.

Pense na Bagunça...

Finalizando... uma pergunta: quem nunca?

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(originalmente publicado em http://www.nerfnow.com/comic/1838)

Ouvindo: Pendulum - Midnight Runner

20 de junho de 2016

Plants vs Zombies vs Ninguém: Forever Alone Warfare 2

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Eu amo o Origin.

Pelo simples prazer de me permitir conhecer jogos que eu nunca vou comprar e, assim, economizar meu suado dinheiro. Foi o caso do primeiro Plants vs Zombies: Garden Warfare, cujo lag insuportável estragava toda a vontade de jogar (apesar de suas qualidades). Foi assim com Battlefield 4, cuja excelente campanha single-player foi finalizada sem pagar um tostão mas cujo multiplayer definitivamente não é para mim.

E foi assim com Plants vs Zombies: Garden Warfare 2.

O jogo é encantador para quem procura um FPS moleque para jogar com as crianças: mundos coloridos, senso de humor transbordando, simpatia em todos os poros. Para a continuação, a EA acrescentou missões single-player, um pequeno mundo aberto com missões secundárias, mais personagens, mais customização, mais insanidade. Teoricamente a receita perfeita para o sucesso.

Exceto que... não.

Primeiramente, o minúsculo mundo aberto da campanha derruba um PC que aguentou com facilidade o primeiro jogo da franquia. Reduzindo muito a qualidade gráfica aqui, foi possível suportar, não apreciar, esse modo de jogabilidade.

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Com personagens carismáticos e situações insanas, o jogo tenta se garantir nesses pilares, mesmo porque a história não é o foco aqui. No tempo de teste, meu filho e eu conseguimos fechar toda a campanha das plantas, apenas para descobrir que o final desbloqueia um modo infinito de confronto entre... um tricerátops robô e gnomos nos confins do Tempo. É uma forma estranha de terminar um jogo onde plantas enfrentam zumbis (está até no título!) e me pareceu uma decisão muito equivocada, mesmo para um título caracterizado pelo non-sense.

As demais missões são do tipo vá até tal lugar e derrote X ou, o mais comum e o o núcleo do jogo, vá até tal lugar e defenda-o de sucessivas hordas de inimigos. O confronto contra um piratão zumbi é o ápice dessa jogabilidade, desafiador ao ponto de ter sido a única missão que precisou ser feita duas vezes aqui para se conseguir a vitória. Infelizmente, não é o clímax do jogo, que termina mesmo com o tricerátops robô em um dos cenários mais murchos que poderia ser concebido.

É evidente que a campanha foi algo pensado como um complemento do jogo. A franquia Garden Warfare foi concebida como multiplayer.

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Felizmente, os problemas de queda de conexão do primeiro título foram consertadas. Ou meu PC melhorou. Jamais saberei. As partidas continuam frenéticas e os mapas estão melhores, pegando a temática temporal do Plants vs Zombies 2 das plataformas móveis. Entretanto, a seleção "randômica" de mapas parece ter uma imensa predileção pelo mesmo mapa, aquele da fábrica de robôs zumbis.

O mata-mata do jogo permanece intocado e as novas criaturas não afetaram em nada a dinâmica dos combates.

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Entretanto, e esse é o grande porém para quem possa ter algum interesse em comprar o jogo, o modo multiplayer foi abandonado pelos jogadores.

Começamos nossas horas de teste cerca de um mês e meio atrás e, com outros jogos chamando nossa atenção, acabamos espalhando bem o pouco tempo de testes que tínhamos. Nas primeiras duas semanas, os servidores estavam sempre cheios de jogadores e era fácil encontrar partidas. Na terceira semana, houve um momento em que só havíamos nós e um outro cara no mapa (e que surra o pobre coitado tomou de nós...).

Na quarta semana, entrávamos no lobby e não aparecia jogador algum. Em pleno final de semana. O mesmo aconteceu na quinta semana. Na sexta semana, nem abrimos o jogo. Nesse último final de semana, uma terceira tentativa de se despedir do modo multiplayer. Novamente, nem viva alma em nenhum dos modos disponíveis. A cada tentativa, preciosos minutos gratuitos perdidos em conectar, esperar, sair, entrar de novo, conectar, esperar alguém aparecer.

Mais uma vítima de Overwatch? Ou o jogo estava condenado desde o início? Quatro meses após seu lançamento, Plants vs Zombies: Garden Warfare 2 é um deserto de jogadores, mesmo com conteúdo novo sendo produzido.

Obrigado, Origin, por economizar meu dinheiro mais uma vez.

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Ouvindo: The Methadones - Turning Inside Out

19 de junho de 2016

Aprendizes de Cineastas

Muito antes de Overwatch existiu um jogo chamado Team Fortress 2, não sei se vocês já ouviram falar. Foi criado por uma tal de Valve e foi muito popular. Popular o bastante para ter uma quantidade absurda de fãs produzindo mídias inspiradas em seu universo. Na verdade, era tanto material produzido de forma amadora, que a própria Valve resolveu entregar ferramentas para produção de vídeos profissionais e organizar uma premiação para celebrar os melhores vídeos.

Para ser honesto, a premiação dos melhores de 2015 está aqui na minha lista de pautas desde Novembro passado, mas eu finalmente tomei vergonha na cara e assisti junto com meu filho. Antes tarde do que nunca.

Aparentemente, insanidade foi o tema do ano passado...

A lista completa, incluindo os ganhadores dos anos anteriores, está na página do Source Filmmaker.

Ouvindo: Das Ich - Jericho (live)

17 de junho de 2016

Legos e Legados

Era uma vez um pai que ensinou ao seu filho sobre aquilo que ele julgava ser bom. Podia ser a paixão por um time de futebol, o gosto pela leitura, a crença em um mito milenar. Em todos os casos, houve um momento bem claro em que ele viu o fruto de sua parceria. Um grito entusiástico de gol, seguido de um beijo na camisa. Um pedido de silêncio para se prestar atenção em um livro de mais de 500 páginas. Uma reza espontânea e solitária antes de dormir.

Independente do lar, da época ou da criança, o legado avança.

Cinco anos se passaram desde a ascensão do guerreiro...

Pela primeira vez, há jogos debaixo desse teto sendo jogados sem a minha participação. Ao contrário de Lego Batman - The Videogame, conheço menos sobre Lego Marvel Heroes do que gostaria. Parece ser um jogo super-divertido, pelo pouco que joguei como parceiro. Mas ele está levando a aventura sozinho, avançando a história, desbloqueando conquistas que aparecem na minha conta do Steam, mas das quais eu nada sei. Não posso nem mesmo fazer uma análise honesta do jogo.

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O computador dele está chegando e logo saberemos como funciona esse tal de Family Sharing. E cada vez mais haverá mais e mais jogos sendo derrubados da minha Biblioteca e eu não estarei ali. Não vou negar que há uma estranha mistura de orgulho paternal, medo da temporalidade da vida e ciúme de um antigo refugio que julgava ser só meu. Mas também há a plácida satisfação de saber que a mesma alegria se propagou.

É sincrônico que justo nesse momento, ícones como Kratos ou Marcus Fenix também estejam passando pelo mesmo ponto no ciclo da vida. A passagem do bastão para outra geração.

E daqui a algumas décadas, quando meu tempo de partida tiver se esgotado, uma outra retina continuará na mesma paíxão, talvez escrevendo sobre, talvez criando seus próprios jogos, talvez apenas chegando em casa cansado do trabalho e ligando seu PlayBox 5 para meia hora em algum mundo virtual distante ou ativando um emulador para lembrar os bons tempos de Sonic and All-Stars Racing Transformed, quando o pai dele dirigia e ele apenas apertava o botão dos power-ups nas horas certas.

Ouvindo: Eisbrecherr - Kussu

15 de junho de 2016

Resultado da The Ultimate Promo 4

Em clima de ressaca de E3 (e antes da mítica Summer Sale do Steam), temos novamente o resultado de um sorteio de 50 jogos!

Novamente, boa parte do mérito da promoção vai para os colaboradores Alexess, Daniel Puia, Diego Augusto, Kim Dracula, Luis Carlos Lima e Nobody_joe do Neogamerbr, que doaram chaves de jogos pelo puro espírito da camaradagem. Em nome de todos os leitores, eu ofereço meus profundos agradecimentos!

Para minha grande satisfação, o jogo mais disputado foi o favorito da casa Brothers - A Tale of Two Sons, com 42 interessados em arrematar essa pérola emocional. Para você que ganhou, segue minha recomendação: jogue ao lado de alguém especial.

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Também fico feliz de dizer que o sorteio bateu um recorde: 114 participantes, 14 a mais que o recorde anterior, conquistado lá na primeira The Ultimate Promo. Ainda assim, alguns jogos não tiveram absolutamente nenhum concorrente: Desert Thunder, Culling of the Cows, Boxes With Guns, Marine Sharpshooter II, Absconding Zatwor. Eles voltarão a ser sorteados em promoções futuras.

Segue abaixo a lista completa de vencedores de cada jogo.

Os Ganhadores

  • Lucas Eduardo Da Costa não teve concorrentes e levou o jogo Bloop.
  • Michel Oliveira venceu seu único concorrente para ganhar o jogo CT Special Forces: Fire for Effect.
  • Johnny C dominou os 4 camaradas e levou para casa o jogo Enemy Mind. O ganhador entrou em contato e revelou que já tinha o jogo e não sabia.
  • Mauricio De Oliveira Daniel é o novo ganhador do jogo Enemy Mind.
  • Lucas Gimenez não teve concorrentes e levou o jogo Hyper Fighters.
  • Gustavo Moura foi o vitorioso sobre 3 competidores e ganhou o jogo Pirates of Black Cove.
  • William Schutz foi o vitorioso sobre 5 adversários e faturou o jogo Pressure.
  • Rafael Oliveira nem viu nenhum dos outros 4 concorrentes e recebeu o jogo Murder Miners.
  • Lucas Eduardo Da Costa sapatateou na cova dos 4 concorrentes e faturou o jogo X-Blades.
  • Fernando De A. Ponte Filho não teve concorrentes e levou o jogo Dead Bits.
  • Éder Rösner De Macêdo foi o vitorioso sobre 20 participantes e vai aproveitar o jogo Postal 2.
  • Yago Rodrigo derrotou 10 interessados e recebeu o jogo Lovely Planet.
  • Alexandre Bueno mandou beijo no ombro pros 12 oponentes e vai curtir sozinho o jogo NecroVisioN + NecroVisioN: Lost Company.
  • Edson Marques venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Overcast - Walden and the Werewolf.
  • Gustavo Araújo Morais venceu outros 26 concorrentes e vai aproveitar o jogo SpeedRunners.
  • Kazamadragom triunfou sobre os outros 9 competidores e faturou o jogo Tales from Space: Mutant Blobs Attack .
  • Edilson Junior derrotou 32 camaradas e embolsou o jogo Shadowrun Chronicles - Boston Lockdown.
  • Edilson Junior mandou beijo no ombro pros 4 interessados e faturou o jogo WARMACHINE: Tactics + Mercenaries Faction Bundle.
  • Lucas Gimenez triunfou sobre os outros 23 concorrentes e conquistou o jogo Sam & Max - The Devil's Playhouse:.
  • José Carlos Requião Zuza foi o vitorioso sobre 9 oponentes e ganhou o jogo Poker Night at the Inventory.
  • José Carlos Requião Zuza dominou os 4 candidatos e conquistou o jogo Puzzle Agent.
  • Chico foi o vitorioso sobre 3 concorrentes e levou para casa o jogo Puzzle Agent 2.
  • Paullo Bahia Felipe nem viu nenhum dos outros 36 competidores e faturou o jogo The Walking Dead.
  • Bruno Gurgel venceu outros 11 candidatos e ganhou o jogo Dead Space.
  • Isaac A Moreira teve mais sorte que os outros 19 competidores e levou para casa o jogo Mirror's Edge.
  • Murilo Mattos Moutinho dominou os 36 adversários e vai curtir sozinho o jogo Mass Effect 2.
  • Leandro Santos dominou os 12 concorrentes e faturou o jogo Bejeweled 3.
  • Francisco teve mais sorte que os outros 32 adversários e faturou o jogo Dead Space 2.
  • Loris Milloni Simon foi o vitorioso sobre 32 candidatos e faturou o jogo Dragon Age Origins.
  • Alessandro Costa foi o vitorioso sobre 11 oponentes e conquistou o jogo Supreme Commander 2.
  • Vagner Machado sapatateou na cova dos 16 candidatos e vai curtir sozinho o jogo The Marvellous Miss Take.
  • Rony foi o vitorioso sobre 3 candidatos e faturou o jogo Tulpa.
  • Otavio Figueiredo Do Couto foi o vitorioso sobre 42 candidatos e embolsou o jogo Brothers - A Tale of Two Sons.
  • Douglas Denardi triunfou sobre os outros 10 camaradas e embolsou o jogo Crysis 2: Maximum Edition.
  • Isaac A Moreira venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Tales of the Orient: The Rising Sun.
  • Lucs venceu outros 6 leitores e recebeu o jogo Planetary Annihilation.
  • Fabio Henrique Zotesso não teve concorrentes e levou o jogo Nyctophobia.
  • Guilherme Pontes teve mais sorte que os outros 32 interessados e faturou o jogo Tomb Raider.
  • Lucas Gimenez venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Agent Awesome.
  • Gustavo Moura triunfou sobre os outros 3 competidores e vai curtir sozinho o jogo I, Gladiator.
  • Lucas Eduardo Da Costa venceu seu único concorrente para ganhar o jogo Gunnheim.
  • Alexandre Pereira Faustini foi o vitorioso sobre 13 interessados e embolsou o jogo Red Orchestra: Ostfront 41-45.
  • João Wilian mandou beijo no ombro pros 8 competidores e embolsou o jogo Year Walk.
  • Cézar Felício sapatateou na cova dos 15 candidatos e faturou o jogo Giana Sisters: Twisted Bundle.
  • Ronan Vieira derrotou 4 candidatos e conquistou o jogo Incitement 3.
  • Fernando foi o vitorioso sobre 7 candidatos e levou o jogo The Inner World.

Como é muita gente, pode demorar um pouco para cada um dos 50 ganhadores receber sua(s) chave(s) ou link(s) de ativação por e-mail ou diretamente pelo Steam. Tenham paciência, por que para os vencedores esse final de semana terá jogo inédito garantido!

Quem insistiu em cadastrar uma conta de Hotmail ou Outlook, talvez tenha que dar uma olhada na caixa de Spam para ver se o email não caiu lá. Desculpe o incômodo...

Ouvindo: Zumbis Do Espaço - Esperando Pelo Juízo Final

12 de junho de 2016

Ame Alguém Que Contrate Um Matador Pra Te Pegar

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Brenda Romero e John Romero formam um casal bem bonitinho, ainda que estejam casados há apenas 4 anos. Juntos, tem mais de 30 jogos no currículo e três filhos (embora 22 destes jogos e as crianças sejam dela). Na internet, vivem no maior love. Embora John tenha um controverso histórico de relacionamentos, parece finalmente ter encontrado sua cara-metade.

Apenas que Brenda contratou um cara para matar o marido. E falhou.

Como dois profissionais da indústria de jogos, que criam jogos, respiram jogos, vão dormir pensando em jogos e acordando com um mouse ou controle na mão, o casal é bem competitivo. Em uma entrevista para o Develop, Brenda confessou que é a campeã da casa de Drop7 e há um tenso embate entre ambos em Ghost Recon. Mas nunca venceu John em Doom.

Afinal, ninguém vence John Romero em Doom.

A "rivalidade" chegou a tal ponto que Brenda contratou um matador, para eliminar o marido no FPS. Não saiu como o esperado: "Eu consegui um jogador profissional, um realmente famoso, para derrubá-lo - e a p*** do John ainda assim venceu ele". Entretanto, ela admite que a partida foi excelente de se assistir.

Quem marcasse 50 derrubadas primeiro seria o vencedor da disputa. O duelo entre o profissional e o homem que criou o  jogo estava equilibrado em 35 mortes para cada lado. Quando John Romero, certamente a pessoa que joga Doom há mais tempo nesse universo, teve uma epifania: "peguei ele". E virou o confronto, vencendo por 50 a 37.

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Brenda colocou seu queixo de volta no lugar e perguntou depois pro maridão como aquilo era possível. John revelou que tinha criado o perfil do oponente. Ele havia deduzido as rotas e estratégias utilizadas pelo outro no mapa. Embora jogadores profissionais tentem evitar ao máximo que seus movimentos sejam previsíveis, depois da longa partida, Romero tinha seu rival na palma da mão, estava dentro da mente dele.

"Uma vez que ele detectou o padrão dele, foi uma bela festa da matança por todo o caminho até os cinquenta. O pro player estava morto, morto, morto, morto", contou Brenda, olhinhos brilhando, embevecida.

O amor é lindo. Feliz Dia dos Namorados a todos!

Ouvindo: Barnyard - Father, Son

10 de junho de 2016

Um Sonho...

Procurando por papéis de parede novos para meus sites, esbarrei em um mito, um sonho...

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Clica que amplia. Vale a pena.

Vale muito a pena.

Valve, por favor...

Ouvindo: Slot - Ringers

Retina Desgastada

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