No calor do conflito, imersos na luta frenética pela sobrevivência ou pelo headshot perfeito, com o tempo paralisado ao nosso redor seja por fruto da engine ou por força da adrenalina, a plasticidade macabra de Killing Floor insiste em marcar sua presença.
Em alguns destes momentos, a foto é capturada pela tecla F12 do Steam. Em outros, o implacável contador automático do Grabby me surpreende com uma pose inusitada. Mas tantos outros instantâneos... perdidos para sempre no poço da memória ou substituídos imediatamente por outra foto do balé da matança.
Assim como fiz com Left 4 Dead, acredito que o jogo da Tripwire Interactive também mereça seu álbum de recordações. Um tributo ao trabalho bem-feito. Um tributo aos guerreiros que habitam este mundo virtual. Um tributo à exótica beleza que nem sempre pode ser admirada no nanossegundo da ação frenética.
Minha primeira jornada pelo universo de Killing Floor foi registrada em "Retratos do Apocalipse II" e também vale a conferida.
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