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25 de fevereiro de 2012

Jogando: Assassin's Creed (Primeiras Impressões)

Assassin's Creed Escrever sobre a impressão inicial de um jogo é sempre um negócio arriscado. Pequenos detalhes que incomodam no começo podem se tornar irrelevantes para a experiência final, espanto diante de um novo universo que se abre pode virar naturalidade, entraves na jogabilidade são superados com o hábito, características legais podem ser destruídas pela repetição. Dito isso, trago aqui a uma análise da minha primeira hora do primeiro Assassin's Creed, do remoto ano de 2007. Desde então, a franquia deu uma guinada, já está se encaminhando para o seu quinto título e se tornou a galinha dos ovos de ouro da Ubisoft. Altair, o protagonista do primeiro jogo, nem é o mais importante da saga, sendo substituído sem nenhuma pena por Ezio. Mas eu acredito que se começa pelo início. E o preço da Fullgames 100 era imperdível.

E a edição vendida pela Fullgames é a chamada Director's Cut, exclusiva para PC e com alguns extras que ainda não sei quais são. Para uma versão "exclusiva" para PC, fica claro desde a primeira mensagem de "Press Any Key" que se trata de uma conversão do console. Toda vez que eu começar o jogo, terei que apertar uma tecla a mais porque ele não começa direto no Menu Inicial, como se eu tivesse algo mais a fazer do que ficar olhando para a mensagem. Mas nada se compara à infinita sucessão de botões para pressionar para sair do jogo. Até selecionar novamente o perfil criado eu preciso fazer para voltar ao desktop! Tem horas em que dá vontade de apelar para o ALT+F4.

O tutorial é possivelmente um dos piores já vistos, com um excesso de informação jogado em cima de você em tempo mínimo. Assassin's Creed tem mais opções de ação do que seu jogo tradicional (e isso é bom), mas a orientação é um rápida e boa parte dos comandos são esquecidos minutos depois. Para complicar a situação e a compreensão da trama, um dos grandes trunfos da série, a Ubisoft escolheu produzir o jogo sem legendas. Mesmo aqueles que conseguem entender inglês de ouvido terão pela frente um de seus maiores desafios: sotaques estrangeiros, conversas entreouvidas e abafadas, alguns termos medievais. Quem não consegue tirar de ouvido, vai atravessar o jogo sem entender nada e há muito para se entender.

Cruzado Minha falta de familiaridade com os controles gerou até uma cena digna de pastelão. Caminhando pela cidade, incumbido de furtar um documento importante de um mercador, ao invés de "marca-lo" para executar a ação, acabei por desferir um impactante e direto soco no queixo de uma pobre mulher que nada tinha a ver com a história. Obviamente, os guardas ficaram enlouquecidos e pediram a minha pele...

Para um título com quase 5 anos de idade, Assassin's Creed traz gráficos de cair o queixo. A grandiosidade das paisagens e o detalhamento das texturas já valem a viagem. Graciosamente, a Ubisoft não se contentou em produzir somente um prodígio técnico, mas também há em ação uma direção de arte que sabe o que está fazendo. O uso do "glitch" na imagem para indicar que existe um outro ângulo de câmera disponível na memória de Desmond Miles é uma das boas sacadas que combinam a narrativa com a arte, assim como o uso ofuscante (e opressor) de branco nas sequências do mundo real, os suaves tons de azul dentro do Animus enquanto se faz a transição e a preponderância do marrom e do sépia nas partes do passado (como que emprestando realismo ao seu universo). É uma pena que ocasionalmente a sincronia labial dos personagens deixe a desejar e quebre a imersão conquistada pelo ambiente.

Ao misturar ficção-científica com um período histórico raramente explorado pela maioria das mídias, a Ubisoft surpreende com um enredo pouco comum que abre muitas possibilidades a se explorar. A presença de legendas ajudaria na compreensão, mas o que eu consigo capturar demonstra que o jogo tem um foco satisfatório na história. A simples utilização de um cenário não-ocidental e cercado de mistérios já garante um ponto pelo risco. Mas parece que temos também uma jornada de personagem: Altair, arrogante e impulsivo, aprende uma dura lição no começo e perde boa parte de suas habilidades, obrigando o jogador a se colocar no papel de alguém que precisa recuperar sua honra, suas armas e forças e aprender a ser humilde. Enquanto o clichê dos jogos sempre apresenta um improvável herói frágil que começa com uma faca de cozinha e uma missão impossível e vai crescendo depois disso, aqui temos um protagonista pleno, o melhor no que faz, que perde tudo e é obrigado a recomeçar no nível mais baixo. Faz um pouco mais de sentido do que um Batman, veterano da guerra contra o crime, que "desbloqueia" golpes sem razão aparente.

Assassin's Creed

Ainda tenho muito chão, muitas conspirações e muitos botões para apertar pela frente. Por enquanto, esse mergulho na memória genética do pobre Desmond Miles tem sido, apesar dos solavancos, uma viagem enriquecedora.

Ouvindo: Final Fantasy XII - Secret of Nethicite
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36 comentários:

Jimmy666 disse...

Taí uma franquia de sucesso que não me atrai nem um pouco... joguei o primeiro Assassin's Creed piratão por pouco tempo para depois desisnstalar e nunca mais voltar a jogar, isso que um tempo depois peguei o original a preço de banana numa promoção da Ubisoft.
Apesar de caprichar nos detalhes, o jogo em si é repetido ao extremo, parece a mesma missão do começo ao fim.
Além de não se ter a opção de legendas, se não me engano é impossível pular os enormes cinematics também...
Tempos depois baixei o AC2 para o meu filho jogar, olhei de longe, desinstalamos e nunca mais baixei ou comprei nada dessa série, o sucesso dela por algum motivo não me seduz!

Marcos A. S. Almeida disse...

Sabe qual a primeira impressão que tive desse jogo?Confuso.Não só o tutorial , que tive exatamente a mesma impressão que você, mas do jogo em si.Tudo bem que só passei do tutorial , não executei nenhuma missão e desisti mas me pareceu tudo muito bonito, como você bem falou mas tudo muito confuso. A sensação que tive á 2 anos atrás, é que pelo fato de eu ser "old gamer" talvez não entendesse o conceito e jogabilidade dos jogos atuais, como era o Assassin´s Creed tão falado e comentado.Mas ao que parece não sou eu é o jogo mesmo e você confirma isso.
Aquino, sei que você têm o Dead Space 2 e já fechou o 1.Acabei de fechar o segundo e só te digo o seguinte: é INCRÌVEL!Com certeza é melhor que o primeiro (apesar deste já ser ótimo também).

Shadow Geisel disse...

"ao invés de "marca-lo" para executar a ação, acabei por desferir um impactante e direto soco no queixo de uma pobre mulher que nada tinha a ver com a história..." kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
também senti os mesmos problemas que você quando joguei o jogo pela primeira vez, em 2009. a falta de legendas é algo que me irrita profundamente em um jogo. a essa altura do campeonato, os desenvolvedores já deviam saber que um jogo sem legendas é um jogo incompleto, pois até mesmo os nativos da língua vão perder algumas coisas (como o caso das expressões medievais que você citou).
quanto ao Batman, acho que você foi meio cruel com o cavaleiro das trevas (acho que o Aquino não gostou mesmo desse jogo). mesmo sendo um super ninja treinado em todas as artes marciais conhecidas, o Batman está dentro de um jogo, com regras e mecânicas próprias. é o mesmo caso do Megaman: ele coleciona as armas dos inimigos só pra perdê-las no jogo seguinte (um caso crônico de memória volátil). totalmente sem lógica. mas qual seria a graça de um jogo de megaman em que você não pode colecionar as armas dos inimigos porque ele já veio com todas as armas do outro jogo?

Breno disse...

Se eu não me engano,Aquino deu nove para Batman!Aquino sempre que for sair de Asscreed de CTRL+ALT+DEL que é bem mais rapido!O port é terrivel,o jogo é uma merda super repetitiva e os figurantes são super irritantes(quando vc ver os pedintes,bebados e loucos vai entender o que eu falo! A história não leva nada a lugar nenhum! So jogue pelos graficos mesmo(na verdade,jogue algo melhor)!

Breno disse...

O engraçado é que o uniforme de Altair seria uma forma de desfarce,mas é um pouco dificil com o arsenal que ele carrega exposto! Estilo é maior que substancia nesse jogo!A parte de ficção cientifica é puro nonsense!

Breno disse...

Shadow:Mas na sequencia de Arkham asylum dizem que Batman fica com as habilidades do jogo anterior,acrecentando novas!

Fagner P. disse...

Também nunca joguei, e não sinto o menor tesão em joga-lo. Não vi nada, na minha opinião, atrativo nesse jogo. Quem sabe em um futuro remoto...

Jimmy666 disse...

E o tal de DEAR ESTHER?Está causando borburinho por aí...

LocoRoco disse...

A coisa que mais me irrita nesse jogo são as missões de assassinar, o que deveria ser a melhor parte do jogo, mas não é. Você simplesmente anda na direção do alvo e mata ele, simples assim, alguns você tem que esperar, outros tem que subir em algo para matar, mas nada de mais, não precisa de nenhum planejamento. E ainda depois de matar ter que ouvir ele ficar falando por vários minutos, sem poder pular essa parte e sem legenda. E o AC2 é a mesma coisa.

JC disse...

Muito bom como sempre Aquino. Acho que todo mundo se atrapalha por um tempo com os comandos de Assassins creed. Joguei muito pouco o 1º (estou à caça dessa Fullgames e da atual que saiu o AC 2 tbm)terminei Brotherhood a pouco tempo e sofri bastante pra acostumar com a jogabilidade que apesar de eficiente quando se acostuma é muito confusa pelas trocentas funções de contexto que cada botão tem. E tem quem ache os controles de Metal Gear complicados...
Só uma coisa, Altair está longe de ter a simpatia dos fãs e Carisma que Ezio tem, mas é o personagem mais importante da trama depois do (infelizmente chato) Desmond, conforme for jogando a continuação verá. É uma das minhas fanquias preferidas nessa geração apesar da forma mercenária que a Ubi está cuidando dela, lançando um por ano praticamente.O mais recente, Revalations decepcionou muita gente e a empresa vai ter de suar pra continuar inovando com prazos tão curtos. Pessoalmente preferiria que os jogos seguissem a linha do Livro "AC Renascença" contando apenas a história de uma geração sem mencionar a viagem que é esse lance da mamória genética de Desmond

C. Aquino disse...

Jimmy, também nunca me senti atraído pela franquia. Mas saiu nas bancas de jornais, é um sucesso, pensei comigo: "tenho que testar". Entre comprar e jogar, mais de um ano se passou!

Marcos, estou louco para jogar Dead Space 2. Mas são tantos jogos para escolher...

Shadow, algumas mecânicas de jogo funcionam bem, outras quebram a imersão. Até hoje eu não engulo qualquer caça por troféus e itens escondidos em cenários! Mas Batman AA ainda é superior a Assassin's Creed em diversos outros aspectos, pelo que pude perceber até agora.

Breno, reparei justamente nisto! Como o Altair fica escondido na multidão com uma espada na cintura e uma besta pendurada nas costas? Mais faquinhas espalhadas pelo corpo?

Jimmy, a respeito do Dear Esther: eu joguei o mod no ano passado, mas não consegui avançar muito. Sem legendas, não entendi o propósito. Alguém sabe se o jogo "completo" tem legendas?

LocoRoco, mandou bem! Assassinar foi muito chato. E fiquei impressionado o quanto pode falar um homem à beira da morte. Legal é a consideração dos guardas ao redor que esperam o moribundo dizer tudo que precisa dizer antes de caírem em cima do Altair!

Breno disse...

Uma coisa que sempre me incomoda nos textos de Aquino é o fato dele raramente falar as configurações em que ele joga e se ele consegue jogar o jogo com boa peformance! é sempre util falar sobre isso em jogos feitos para PC!

Breno disse...

O problema da caça aos trofeus foi a resolução em Batman!Os Puzzles eram facilimos e ao terminar de coletar todos(Pokemon)ele simplesmente liga pra policia para prender o charada! Fazendo uma comparação direta com Thief,Esse jogo contextualiza a caça a trofeus(afinal agente joga com um ladrão)enquanto Batman faz de uma maneira bem pobre!

Shadow Geisel disse...

Breno, depois dessa do Batman eu perdi o total interesse em completar os enigmas do Charada (quando eu comprar o jogo, claro). acho que um dos melhores jogos em que aparece esse inimigo é The Adventures of Batman & Robin, de 1994 para SNES. nesse jogo, fica claro que não tem como o Charada encarar Batman fisicamente em combate. então, o vilão sequestra o prefeito da cidade e obriga o Batman a participar de uma simulação em realidade virtual, cheia de enigmas mortais e que exigem raciocínio na resolução dos desafios. é um labirinto digital, com "perigos" relacionados às charadas. bem apropriado para dois caras que são, indiscutivelmente, superdotados. o engraçado desse jogo é que, apesar de seu título, não me lembro do Robin dar as caras no jogo. A fase do espantalho era insanamente difícil. mas o visual era soberbo (padrão Snes, claro). acho que esse jogo foi o primeiro de real qualidade, muito antes do Arkham. PS.:não li o review do Aquino sobre o AA.

Breno disse...

Eu joguei a versão cinematografica do Retorno do Batman no Snes. Era um bom beat em up! Alguem aqui curte esse genero?

Quanto a parte que Aquino cita sobre o jogo já ser um longincuo jogo de 2007,de la para ca os graficos não evoluiram em nada ou quase nada,bem como outras caracteristicas complexas como AI,fisicas,etc...! Decepcionante...


E sobre Dear Esther,pelo que eu vi aquilo não é um jogo e sim um screensaver com historia!

Bruno Gurgel disse...

Aquino, Dear Esther tem legendas sim. Também tenho um pequeno vídeo do jogo:
http://www.youtube.com/watch?v=pSLfxGOPuaA&hd=1

Por algum motivo que não consigo compreender, o youtube diz que este meu vídeo de 5 minutos tem 13 minutos algumas vezes.
Enfim, recomendo o a todos Dear Esther. É uma experiência única.

Diego A.L Caetano disse...

Numca joguei Assassins Creed pelo fato de que em todas as análises que li até hoje nunca fica claro o que é o ponto central de sua jogabilidade, só sei que envolve lutas e missões envolvendo assassinatos.Justamente pelas análises não serem claras em relação a sua jogabilidade, a impressão que tenho é que ele não tem uma jogabilidade sólida. Os comentários negativos acima afirmando que o game é confuso me fizeram acreditar ainda mais nisso. Tenho um PS3 há pouco tempo e não vejo o menor interesse nessa série. Quem sabe eu alugue ele um dia...

Jimmy666 disse...

Diego, acredito que o AC se enquadre no gênero "stealth".

Breno disse...

Não Jymmi, AC tem elementos de furtividade,mas esse não é o seu ponto central! Ele pra mim ta mais para um jogo de plataforma sandbox,como foco principal!Um jogo de plataforma bem casual diga-se de passagem visto que é só segurar um botão que o cara escala qualquer tipo de edificil,o unico desafio sendo localizar os pontos de equilibrio dos predios,monumentos etc...

Um jogo de Stealth baseia suas mecanicas na furtividade durante todo o jogo! Alguns exemplos são as séries Splinter Cell,Metal Gear e Thief(um dos melhores)

Breno disse...

Só complementando AC é tão Stealth quanto GTA,visto que quando vc faz alguma besteira tem que correr dos Guardas/policiais!

Marcos A. S. Almeida disse...

A minha dúvida sempre foi essa:á que gênero pertence AC?Á princípio sou contra rotular jogo A ou B - isso sempre causa algum tipo de discriminação , vide os rotulados como "casuais" - mas a verdade é que é útil para nossa orientação , visto que temos especial preferência por um ou outro gênero.E no meu caso ,tenho passado todos os que se encaixam no gênero RPG ( ou qualquer outro que tenha muito diálogo) e Stealth.O que me espanta é a Ubisoft ter abandonado o que outrora era sua menina dos olhos:Splinter Cell.Será que houve desgaste do título , ou seja, sugaram tudo o que ele podia dar? Será que tudo terminou porque seu último episódio foi um fracasso?Aliás, alguma franquia já passou bem por 5 episódios?Rápidamente pela memória não me recordo de nenhuma.GTA está no 4º e me parece com ótimo vigor para o 5º.

Breno disse...

"Será que tudo terminou porque seu último episódio foi um fracasso"?

O ultimo titulo demorou muito pra lançar e foi bastante criticado por aderir a uma jogabilidade de ação!Talvez seja isso...

"Aliás, alguma franquia já passou bem por 5 episódios"?

Pode-se abordar essa questão na parte financeira e de qualidade,mas como não sou executivo eu vou pela qualidade!

Que eu me lembre teve as series Ultima(Até o 7 titulo,o oitavo foi mediano e o nono um desastre),Wizardry(a empresa fechou no ultimo titulo,mas os fãs sempre gostaram da série),Final Fantasy serie principal(Aclamado até o 12 titulo,criticado no 13),Mario,Ninja Gaiden,etc..

Breno disse...

Sobre os Casuais,pra falar a verdade a maioria dos jogos que hj são feitos para o publico entusiasta(os "hardcores")são tão casuais (ou quase tão casuais)quanto aplicativos de facebook!Quando foi que alguem que joga jogos modernos ficou preso sem saber o que fazer nesses jogos? Quem já chegou a morrer em uma fase de tutorial(o pessoal do Piranha Bytes foi penalizado por isso)?

Jimmy666 disse...

Splinter Cell Conviction foi um baita jogo, só foi criticado pelos puristas e antigos fãs, mas a jogabilidade ficou ótima!
Não falei que AC era um jogo stealth "puro", mas acho que ele se enquadra sim nessa categoria.

Marcos A. S. Almeida disse...

Obrigado Breno pela informação, é verdade, cometi uma heresia ao não lembrar do onipresente Mario.Talvez porque depois do SNES eu não ter me interessado por nenhum Mario ( nem do 64).Final Fantasy é outro , como pude esquecer...Wizardry nunca ouvi falar.Já Ninja Gaiden, eu discordo.Apesar de ser aclamado em todas as suas versões , entre "trilogys" da vida, "ports" e remakes , que é o caso do Ninja Gaiden Sigma para PS3,acredito que oficialmente ele esteja na 5ª versão.

Breno disse...

Jimmy:é até facil desprezar os fãs quando não se é um fã! Ainda lembro da sua insatisfação com RE 4 e 5 mas tudo bem...

Pode até ser que Conviction seja um bom jogo de ação na linha de Gears of War,mas a questão é que ele não deveria ser um jogo de ação e sim um jogo de stealth!A franquia alcançou o pico de qualidade com o Chaos Theory,e de lá pra cá só desandou,além do jogo ter as piores mecanicas de Furtividades do genero(levando-se em consideração o contexto do jogo,não vale comparações com Metal Gear de meados dos anos 90)!

Carlos disse...

nunca me animei em jogar. Depois de saber que o jogo nem legenda tem.... tse tse

Marcus Gonzallez disse...

O primeiro Assassin's Creed é um jogo mais difícil de entrar no clima, seguir até o final. Realmente ele é mais repetitivo. Joguei-o em 2009 e tive que me esforçar para me "apegar". Sem legendas, diálogos imensos que não podem ser pulados e jogar em um teclado essa série é o fim da picada. Comprei um controle XBox 4 Windows e melhorou bastante. Muito mesmo. Desde então já passei pelo 2, o melhor de toda a série, realmente um jogo incrível. O Brotherhood, bom jogo, longe de ser tão bom quanto o 2 e estou jogando o Revelations em 3D, já que adquiri o monitor 3D passivo da LG de 23" D2342P. Vale à pena, barato e prefiro jogar em 3D com 23" do que normal na de 32" que tenho. A experiência compenssa. O Revelations vem se mostrando ser melhor que o Brotherhood, apesar que provavelmente não superará o 2. O 1° é de longe o mais fraco deles.

Marcus Gonzallez disse...

Quanto ao Splinter Cell Conviction acho que compará-lo com Gears of War é um exagero do Breno. Ele tem mais ação e tiroteios obrigatórios que os outros da série, talvez nem mais que o Double Agent, mas continua tendo foco no Stealth. Achei que a pisada na bola da Ubi foi retirar a habilidade de esconder os corpos. O melhor de toda série é sem dúvida o Chaos Theory, depois pra mim, é o Conviction.

Breno disse...

O problema para mim foi as ~"inovações" que eles fizeram nas mecanicas furtivas(na verdade foram simplificações).P.ex.O Sam ficher só tem dois tipos de velocidade,Quando ele fica invisivel a tela fica preto e branco(retardado),não da pra esconder os corpos. E a comparação com Gears e valido visto que eles implementarão mecanicas de cobertura e saude regenerativa! A sua preferencia por Chaos Theory já confirma a minha suspeita! Porque o antecessor tem que ser superior ao atual?

P.s.não joguei Double Agent por ser muito inotimizado para PC!

Poa Kli-Kluu disse...

Como Marcos A. S. mesmo disse, Dead Space 2 é realmente bom. Não quero entrar em detalhes(pois este não é um post pra se discutir outro jogo) mas DS2 é um ótimo jogo e tal, mas perdeu muito por desistir de colocar medo depois do início do jogo, que acaba se tornando um 3rd person shooter.

Eu cheguei a jogar AC1 também em meados de 2010. Joguei por pouco tempo(3 ou 4 hrs) e realmente não me animei nem um pouco em continuar jogando. Era bonito, e o universo exuberante e inexplorado do oriente médio medieval ajudava muito( e não o típico oriente médio que temos em demasia onde você está dentro de um tanque cheio de "camaradas" americanos portando armas pesadas pra inúmeras guerras sem razão aparente em CoD).

E assim como qualquer jogo novo do mario que eu jogo muito casualmente, me sinto totalmente desmotivado a jogar qualquer AC que seja. Também acho abusivo por parte da Ubisoft tornar AC um caça-níqueis e lanças quase 2 titulos por ano, a série perde muito com isso,mas fazer o que, é uma tendência do mercado, é nesse tipo de atitude que a arte conflita com o monetarismo dentro dos jogos. O único mario que realmente valeu a pena(e muito!) minha curiosidade foi o épico mario de N64. E espero sentir a mesma coisa com AC2, mas vou me recusar a jogar o AC1, vou ler o resumo da história em sites e deixar o jogo de lado.

Breno, costumava ver meu primo jogar Thief, e me lembro pelo nome "Thief Gold", é o mesmo? E faz pelo menos 8 anos isso. O jogo é do início da década passada? Realmente estou curioso com relação a ele!

Também com relação ao Charada, que decepção! Eu sou um fã de carteirinha dele desde que me lembro comprando 'gibis' há mais de 12 anos! Desanimei bastante com o último batman depois dessa.

E Aquino, se há um jogo que eu acredito que você possa gostar, é Zeno Clash. O universo é exuberante e tão característico que sinceramente, eu aposto todas minhas fichas de que vai gostar! Ele foi o único jogo que em plena época de vestibular me fez começar a jogar ás 8 da noite e só parei quando reparei o sol nascer, as 9 da manhã. Que tal fazermos um acordo? Eu te dou ele de presente pelo steam e você o analisa quando puder, ok? (:

C. Aquino disse...

Poa, agradeço a oferta, mas já tenho Zeno Clash! O que me falta mesmo é tempo para experimentar todos os jogos que gostaria... Ainda que 2011 tenha sido meu melhor ano em muito tempo, com 18 títulos analisados, acabei comprando 37 jogos só no Steam! Espero que meu filho curta jogos antigos em 2020!

Jimmy666 disse...

Zeno Clash é legal, mas é chaaaato....

Raphael AirnMusic disse...

Puxa, o AC foi um dos jogos que me fez instalar o Steam e voltar a jogar, depois de vê-lo no PS3 de um primo.

Acabou que ele está lá, iniciado há anos, justamente pela preguiça de retomar devido a todos os problemas apontados na análise inicial. Só cheguei até Damasco e não fui adiante.

Quem sabe um dia eu junto coragem e volto pro oriente médio? A única motivação é a vontade de jogar os outros que são muito elogiados, mas não gostaria de fazer isso sem ter terminado o primeiro antes.

Breno disse...

Jimmy: Como pode um jogo ser legal e chato ao mesmo tempo?Vc e suas lógicas hehe!

Poa: Thief Gold é a versão expandida de Thief The Dark Project,com missões ineditas e versões expandidas das misões antigas. O jogo foi lançado em 98(Gold em 99) e é na minha opinião a melhor franquia de Stealth existente(ainda nem terminei o primeiro,mas o que eu já joguei é tão bom que me faz ter essa confiança,pois poucos são os jogos que me fizeram ficar tão impressionado como Thief)!Enfim,recomendo!

Anônimo disse...

eu já joguei!!!! é mó dahora vcs tem que ver!!!

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