Como seguimos aqui com um único PC na casa (o netbook da minha esposa não é bem uma máquina para jogos), meu filho costuma acordar antes de mim para poder jogar. Como eu trabalho em casa até altas madrugadas e acordo tarde, o esquema funciona bem, desde que ele tenha um limite para acordar. O guri também aproveita qualquer momento em que me ausento do PC, como saídas, faxina na cozinha, limpeza de banheiro.
Dessa forma, ele começou a afiar suas habilidades. Testou todos os personagens possíveis de Overwatch e Paladins, ganhou predileção por franco-atiradores. Fechou A Story About My Uncle mais rápido do que eu. Explorou lugares de Slime Rancher na minha frente. Criou historias em Minecraft. Ontem, ele me informou ter completado Max: The Curse of Brotherhood. Fiquei espantado porque foi um título que eu quase não acompanhei ele jogando e no qual eu mesmo não coloquei a mão. Pela primeira vez desde que criei o blog, me vi sem ter o que dizer sobre um título que foi jogado do começo ao fim no meu próprio PC. Os tempos mudam?
Certamente, porque hoje de manhã acordei com a notícia de que Forward to the Sky também foi zerado. Um jogo do qual ele vinha reclamando por ser difícil. Mas terminou e o Steam me marca duas horas jogadas. Outro título que nem vi passando.
Imagino esse garoto de dez anos com seu próprio PC...
1 Comentários
Pode parecer um bocado difícil para uma criança ter que escrever algo, mas ainda que sejam poucas linhas, pode ser uma aventura interessante.