Cuidado, Marcelo Rezende!
Acho que depois de tantas polêmicas e desgaste, resta apenas o humor como arma derradeira contra o jornalismo marrom.
O que mais falta dizer de um profissional de imprensa que se propõe a uma estupidez destas em nome da audiência:
E não estava sozinho. Folha, G1, Terra, todos em uníssono em apontar uma franquia de jogos com dezenas de milhões de unidades vendidas como gancho de pauta.
A discordância na grande mídia vem de Fátima Bernardes e seu programa casual nas manhãs televisivas, um sopro de sensatez em cima do sensacionalismo.
Em contrapartida, a mídia especializada reage com o respeito que o assunto merece.
Novos indícios podem levar a novos rumos na investigação da tragédia. Mas a certeza absoluta já foi proferida ontem ao vivo.
11 Comentários
E, "infelizmente", o artigo do Gamesfoda expressa exatamente aquilo que eu penso sobre a cobertura de tragédias como essa: o show é muito mais importante que o fato.
qual a reação da Ubisoft (empresa com representação no Brasil que paga impostos e ganha seus lucros honestamente) diante de tal acusação? deviam abrir processo de calúnia contra essas emissoras vagabundas.
Mas meus "queridos" colegas de profissão preferem ir pelo caminho do sensacionalismo...
Triste.
E, bem, diante de um caso desses, a primeira reação que vem à cabeça, ou uma delas, é rir.
Bom, eu jogo Hitman Absolution. Logo, vou oferecer meus serviços a quem pagar e sair por aí matando muita gente. Esses caras não sabem nem do que estão falando, e ainda fazem associações que não têm nada a ver. Triste.
Ah, e terceiro, se os jogos influenciam as pessoas a matar, bem então eu já deveria ter matado meus pais, meus amigos e explodido a minha cidade!!!
pufff