A despeito da (desnecessária, ao meu ver) polêmica envolvendo o próximo Devil May Cry, o jogo finalmente anunciou algo que ativou os meus radares. A Capcom revelou alguns dias atrás os grupos responsáveis pela trilha sonora de DmC, o suposto capítulo emo da franquia: Noisia e Combichrist. E é pancadaria industrial.
Não conhecia o trabalho do Noisia, mas a Capcom já se antecipou e liberou um trecho da trilha oficial do jogo:
Já o Combichrist é um velho conhecido meu, seguindo a boa tradição da EBM. Fundada pelo prolífico norueguês Andy LaPlegua, que também fundou o Icon of Coil, o Panzer AG e outras, o Combichrist mistura metal, industrial, letras agressivas e sonoridades que podem doer em ouvidos despreparados. A Capcom licenciou várias faixas da discografia do grupo para inserir em DmC e material inédito será gravado para fechar o pacote.
O controverso jogo só vai aparecer nos consoles no começo de 2013. No PC, foi prometido, mas ninguém sabe quando. Como não curto o estilo de jogo, dificilmente fará parte da minha lista de compras. Mas a trilha sonora é um caso sério a ser avaliado.
5 Comentários
Eu gosto bastante de Devil May Cry e tô esperando pra ver qual é a desse jogo. Acho essas manifestações de fã um exagero sem tamanho, mas vá lá... É mais trollagem gratuita que desgosto verdadeiro.
E Devil May Cry tem uma trilha sonora legal,os momentos calmos tem alguma música ambiente ,que até são mais baixas que o som do pulo, e na hora da ação a música anuncia que é hora de ação.
Ainda posso ser surpreendido :)
Sobre esta tendência, ela é chamada de dubstep. Tem uma faixa ou outra que eu curto dentro do estilo, o resto acho bastante repetitivo. Aliás, a "moda" dubstep nos jogos já nasceu repetitiva quando, no espaço de menos de dois meses, dois jogos usaram a MESMA faixa em seus trailers: http://www.youtube.com/watch?v=LJoYcpUSZao e http://www.youtube.com/watch?v=npW1RKNxBvY.
Fiquei espantado por um jogo de corrida ter uma música tão sombria.