Agora é oficial: os cineastas amadores adoram Half-Life! Mais uma produção junta-se à já impressionante lista de homenagens feitas à série. E ,desta vez, o responsável não é exatamente um amador...
Marco Spitoni trabalha na Weta Digital, a empresa de efeitos especiais criada por Peter Jackson e responsável por impressionantes trabalhos como a trilogia Senhor dos Anéis, King Kong e, mais recentemente, District 9. Nas horas vagas (?), Spitoni desenvolve projetos de animação paralelos, por puro hobby.
O novo trabalho de Spitoni é "I'm The Freeman", um trailer para um hipotético filme de animação baseado na história de Half-Life. Por enquanto, Spitoni tem apenas um minuto de trailer e garante que não irá desenvolver um curta, mas acrescentará algumas cenas extras. A menos, é claro, que Gabe Newell dê um telefonema. E, se eu fosse ele, eu daria este telefonema.
O vídeo pode ser visto abaixo ou baixado na íntegra do próprio site (formato .AVI | formato .MP4).


8 Comentários
E, sim, tudo isso vem da minha decepção ao assistir Resident Evil.
Falou tudo, Marcos.
Aquino, o negócio é que O Livro de Eli (que ainda não assisti, infelizmente) não carrega o peso do nome da franquia Fallout. Então acaba sendo "perdoado" pelos fãs como um simples rip-off, que acontece o tempo inteiro em todo lugar, é um crime com o qual já estamos acostumados a lidar.
Agora, vc foi muito gentil ao dizer que o sucesso da adaptação de Resident Evil se deve em parte ao carisma da atriz. Ela é linda, obviamente, mas como atriz é uma ótima faxineira. Existem muitas atrizes que também são lindas e sabem atuar, o que me leva a pensar que o fato de ela ser casada com o diretor tem algo a ver com a escolha do papel.
Mas o pior de tudo p/ qualquer fã foi ver um survival horror, do tipo que realmente conseguia assustar pessoas no distante ano de 1995, mesmo com aqueles gráficos considerados ridículos hoje em dia, se transformar num clone de Matrix, usando e abusando de slowmo, superpoderes e tudo mais. E mais: em Matrix os poderes do personagem pelo menos fazem sentido na história, são bem explicados. Os poderes de Alice no Resident Evil foram claramente tirados do sovaco dos envolvidos.
Mas o pior de tudo mesmo foiver o jogo seguindo a tendência Duke Nukem do filme e abandonando o survival horror, como em Resident Evil 5.
Pronto, desabafei o que estava entalado na garganta.