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28 de setembro de 2016

Tudo Que Você Precisa Saber Sobre As Lojas Que Vendem Jogos Digitais Para PC

(originalmente publicado no Código Fonte, aqui com comentários pessoais que não cabiam na matéria original)

Quando a Valve inaugurou o Steam há 13 anos atrás, em Setembro de 2003, inicialmente como uma plataforma para distribuir as constantes atualizações para o jogo Counter-Strike, talvez não imaginasse que estava dando o primeiro passo para erguer um império da distribuição digital.

A empresa de Gabe Newell não foi a pioneira no ramo. O modelo de entregar jogos aos usuários sem o uso de uma mídia física remonta aos anos 80 e o cartucho especial da Atari que permitia uma conexão telefônica para aluguel de títulos, através do GameLine. Sega e Nintendo teriam soluções similares para seus consoles nos anos 90 e o início dos anos 2000 veria a Stardock e a Metaboli anteciparem a iniciativa da Valve no PC.

Apesar de contar com a confiança de algumas produtoras independentes inicialmente e a força do seu pequeno, mas poderoso, catálogo, a Valve conseguiu manter o Steam no ar até 2007, sem dar indícios de que poderia decolar. Mas foi nesse ano que gigantes como id Software, Capcom e Eidos Interactive aderiram à loja virtual, trazendo outras logo em seguida como uma bola de neve. O resto é história conhecida.

Ainda que o Steam seja o maior representante das lojas digitais de jogos para computador e tenha liderado a inovação em muitas funcionalidades, felizmente sua loja não está isolada no mercado e há espaço para uma livre e saudável concorrência. Vejamos agora como funcionam as principais lojas virtuais em atuação:

Steam

Presença no Brasil: Sim.
Margem de lucro:
70% para a produtora, 30% para o Steam.
DRM: Conta Steam. Algumas produtoras exigem um segundo DRM (Denuvo, UPlay, etc.).
Modo Offline: Todos os jogos devem ser primeiro iniciados em modo online. A partir daí, podem funcionar sem a necessidade de uma conexão (exceto nos casos de um DRM secundário obrigatório).
Vantagens: O tamanho e a popularidade do Steam tornam mais fácil encontrar jogadores e participar de uma comunidade. Promoções são constantes e a loja adota uma conversão do dólar abaixo da cotação do mercado.
Desvantagens: O tamanho e a popularidade do Steam o tornam o destino certo de praticamente uma avalanche de lançamentos de jogos, o que prejudica a visibilidade de desenvolvedores pequenos. O suporte técnico da loja também é fonte de constantes reclamações.

steam

Segundo dados do Steamspy, a loja possui 184 milhões de usuários ativos e mais de 10 mil jogos sendo comercializados. Cada usuário possui em média 10 títulos em sua conta, de um total de mais de 2 bilhões de jogos vendidos até hoje.

Um dos pilares do Steam é o sistema Steamworks de DRM, que permite que desenvolvedores de jogos e produtoras lancem seus jogos de forma protegida. Curiosamente, o “sistema” não é automatizado: ele exige um contato com um representante de vendas da Valve que irá aprovar a conta de desenvolvedor para criação de chaves Steam. As chaves são geradas no Steamworks, marcadas com a identidade do desenvolvedor e devolvidas na forma de uma planilha que é entregue por e-mail. Os desenvolvedores não são obrigados a vender suas chaves através do Steam e tampouco são cobrados pela utilização do Steamworks, entretanto, para ativar as chaves o consumidor é obrigado a possuir uma conta na loja e utilizar seus serviços.

Dada a hegemonia do Steam no ecossistema, muitos jogadores se perguntam o que poderia acontecer no eventual fechamento da loja. Não seria a primeira vez que uma loja digital encerra suas atividades e mesmo o Steam, com seu tamanho, não está livre de ameaças a sua existência. Há alguns anos atrás, a resposta oficial da Valve era que eles já estudaram e testaram um sistema de remover permanentemente a obrigatoriedade de conexão com o Steam, no caso da loja fechar. Entretanto, isso não responde como ficaria o processo de download dos jogos, principalmente no caso de grandes bibliotecas.

Com quase 800 títulos em minha Biblioteca, sou suspeito para comentar sobre o Steam e já fui até acusado de ser fanboy da loja. Como quase todo mundo, comecei com uma oferta tentadora (na época, Half-Life original por um dólar) e, de promoção em promoção, de pacote em pacote, fui montando um acervo muito maior do que algum conseguirei jogar. A loja da Valve não é perfeita, mas são tantas funcionalidades e preços baixos que será difícil destroná-la.

GOG

Presença no Brasil: Sim.
Margem de lucro: 70% para a produtora, 30% para o GOG.
DRM: Nenhum. Esse é um dos pilares da loja: jogos livres de DRM.
Modo Offline: Todos os jogos podem ser jogados sem conexão para autenticação.
Vantagens: Possui um vasto catálogo de jogos clássicos para PC exclusivos, que foram adaptados para sistemas modernos por sua própria equipe interna. Além disso, a loja costuma oferecer bônus como artes conceituais, trilhas sonoras e papéis de parede para quase todos os jogos vendidos.
Desvantagens: O cliente opcional GOG Galaxy ainda se encontra em fase de testes e não funciona de forma tão completa como o do Steam.

gog

O GOG foi fundado pelo grupo CD Projekt, também responsável pelo desenvolvimento da franquia de jogos The Witcher. A ideia começou nas ruas de Varsóvia, onde seus criadores vendiam CDs piratas de jogos. Intimidados pela forte concorrência, pensaram em uma forma melhor de conquistar o mercado: oferecer títulos legalizados a preços acessíveis, com bônus e conteúdo localizado.

Da ilegalidade, tornaram-se distribuidores oficiais de produtoras estrangeiras e foram ampliando seus contatos na indústria de jogos até resolverem atacar o mercado de abandonwares. Esse tipo de jogo, cuja distribuição também costuma ser feita forma ilegítima na web e se beneficiava do fato dos detentores dos direitos autores não estarem mais na ativa, era um mercado inexplorado de forma séria. Muitos desses jogos precisavam de artifícios complexos para funcionar em sistemas modernos. Com o GOG (originalmente Good Old Games, ou “bons jogos velhos”, em Português), clássicos do passado passaram a ser vendidos de forma legal, adaptados para novos sistemas pela própria equipe responsável pela loja e com material extra.

De uns anos para cá, o GOG abriu sua loja para jogos recentes e se tornou um nome considerável no mercado das lojas digitais. Ao invés de brigar com o Steam, optou por integrar seu cliente Galaxy com o cliente da loja da Valve, permitindo partidas multiplayer entre usuários das duas lojas, assim como consolidou as licenças de alguns títulos com o Steam.

Por muito tempo, o GOG foi mesmo meu destino para jogos muito antigos. Curiosamente, acabei jogando menos do que gostaria da plataforma, mas isso não me impediu de construir também uma Biblioteca maior do que o necessário.

Nuuvem

Presença no Brasil: Sim.
Margem de lucro:
70% para a produtora, 30% para a Nuuvem. Em caso de estúdios brasileiros, a relação muda para 80% para o desenvolvedor, 20% para a Nuuvem.
DRM: Nenhum. Mas a maioria dos jogos comercializados utiliza o Steamworks, ou mesmo DRMs secundários (como Uplay).
Modo Offline: Varia de acordo com o DRM implantando e não depende da Nuuvem.
Vantagens: Preços acessíveis e competitivos, muitas vezes melhores do que os praticados pelo Steam no país, e com promoções constantes. Suporte elogiado pela comunidade.
Desvantagens: Seu catálogo de 3000 títulos é ainda modesto quando comparado com o Steam e a loja não apresenta opção de comprar jogos como presente para outros usuários.

nuuvem

A semente da Nuuvem nasceu em 2009, mas a loja só foi inaugurada em 2011. Em cinco anos de atividades, já viu outras lojas nacionais de jogos abrirem e fecharem e atualmente é a única opção 100% brasileira no mercado. Entrevistei Thiago Diniz, um de seus fundadores, em 2014 e, de lá para cá, os números da Nuuvem apenas cresceram. Os 110 jogos do catálogo de inauguração viraram 3000 títulos à venda e o investimento inicial de R$200 mil se converteu em um faturamento de R$17 milhões em 2015.

Com apenas 18 funcionários, mas uma estrutura ágil, a Nuuvem tem se destacado não apenas por oferecer uma loja de distribuição digital competente como também realizado suas próprias investidas no mercado. Em Setembro passado, a Nuuvem adquiriu o serviço de organização de campeonatos de e-sports GamerGrade, rebatizada para Gank, e atualmente a loja também incentiva a produção de jogos independentes brasileiros.

E os planos da Nuuvem não param por aí e a nuvem (sem trocadilhos) é sua próxima meta: “estamos desenvolvendo uma tecnologia de cloud que funcionará como um Dropbox, armazenando os dados do jogo na rede. Enquanto hoje alguns downloads demoram mais de um dia, no novo sistema o usuário já poderá estar jogando menos de uma hora depois de começar a baixar o jogo”, revelou Diniz, para a revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

A Nuuvem precisa encarar uma concorrência muito pesada e uma inércia de grande parte do público (e não me excluo dessa). A loja sobreviveu às crises que fecharam o Xogo e a Fullgames e, para o cenário local, é muito importante que o Brasil tenha uma loja para chamar de sua. Felizmente, a Nuuvem aprendeu como atrair consumidores estrangeiros e, se investir em uma versão em inglês ou espanhol do site, tem tudo para continuar prevalecendo.

Humble

Presença no Brasil: Não.
Margem de lucro: 75% para a produtora, 15% para a Humble, 10% para a caridade em destaque na loja. Porcentagem variável em Bundles e determinada pelo comprador.
DRM: Nenhum. Mas muitos dos jogos comercializados utilizam o Steamworks, ou mesmo DRMs secundários (como Uplay).
Modo Offline: Varia de acordo com o DRM implantando e não depende da Humble.
Vantagens: Apresenta preços relativamente competitivos em dólar e parte da sua renda é repartida com ONGs de solidariedade.
Desvantagens: Poucas informações sobre os jogos vendidos e catálogo reduzido.

humble

A Humble Store começou como uma iniciativa pioneira de reunir jogos de desenvolvedores independentes em pacotes fechados com preços promocionais, sem nenhum tipo de DRM e onde parte da renda poderia ser revertida para a caridade. O primeiro Humble Bundle aconteceu em um momento em que os jogos independentes estavam atingindo um nível de qualidade exemplar e conquistando mídia e jogadores e a iniciativa inaugurou uma era de bundles que foi imitada por inúmeros outros sites e continua ativa até hoje.

O Humble Bundle se distanciou um pouco da meta inicial e passou a distribuir também títulos de grandes desenvolvedoras ou com Steamworks embutido, mas ainda há bastante espaço em seu rodízio de bundles para produções não-comerciais ou longe dos holofotes. A loja permanente veio depois, mas o respeito ao desenvolvedor segue presente na divisão do faturamento, mais generosa que as outras lojas digitais, assim como a preocupação com aspectos sociais e projetos de caridade.

Além disso, a Humble Store oferece também aos desenvolvedores um widget que pode ser utilizado por eles para vender seus jogos diretamente através de seus próprios sites, cobrando apenas 5% da venda pelo sistema de processamento de pagamento.

Com o perdão do trocadilho, o Humble começou na humildade, como um serviço de e para os desenvolvedores indie, antes de se expandir. Seu crescimento coincidiu com a alta do dólar, então não se tornou uma opção para mim para compras normais, mas os seus Bundles continuam atraentes de vez em quando.

Green Man Gaming (GMG)

Presença no Brasil: Não.
Margem de lucro:
70% para a produtora, 30% para o GMG. Entretanto, a loja costuma oferecer descontos adicionais, cortando se sua própria parte do faturamento.
DRM: Nenhum. Mas a maioria dos jogos comercializados utiliza o Steamworks, ou mesmo DRMs secundários (como Uplay).
Modo Offline: Varia de acordo com o DRM implantando e não depende do GMG.
Vantagens: Preços em dólar mais baixos que os do Steam em algumas promoções, devido aos cortes realizados diretamente na parte da própria loja, o que beneficia o desenvolvedor e o consumidor ao mesmo tempo.
Desvantagens: Poucas informações sobre os jogos vendidos. Ocasionalmente, seu estoque de chaves de ativação se esgota, principalmente em grandes promoções.

gmg

O Green Man Gaming, ou GMG, surgiu no Reino Unido em 2009 e faturou somente US$684 mil no primeiro ano depois de sua inauguração. Seu fundador, Paul Sulyok, conta que gastou todo o limite do seu cartão de crédito para levantar o projeto e abrir o primeiro escritório. Em 2015, porém, o GMG obteve um faturamento de mais de 40 milhões de dólares e atingiu a marca de 7.500 títulos disponíveis para venda, o que o torna possivelmente na segunda maior loja digital em volume de opções. Hoje atende 180 países no mundo, investe em jogos independentes e é proprietário do serviço PlayFire.

Através da comunidade virtual do PlayFire, eles tem acesso a estatísticas precisas de que jogos cada usuário possui, como está seu desempenho em cada um deles, seus relacionamentos e suas conquistas. De posse desses dados, o GMG consegue negociar junto às produtoras prêmios, brindes e cupons de desconto com sua base de usuários, fortalecendo a loja e a comunidade ao mesmo tempo.

Além disso, o GMG também está se preparando para se tornar uma produtora de jogos e contratou Gary Rowe em 2014, ex-Sega, ex-Codemasters, que já esteve à frente de times da Creative Assembly e da Sports Interactive em cada uma destas empresas respectivamente. Um de seus primeiros títulos produzidos é o Lifeless, disponível no Steam também.

O GMG já teve um programa de afiliados no passado e consegui indicar mais de 800 compradores para a loja por conta de uma promoção de um jogo gratuito do qual nem me lembro mais. Destes, menos de 10 algum dia compraram mais do que o valor mínimo (que era bem baixo!) para que eu conseguisse ser recompensado. Ainda assim, comprei um ou dois títulos (em oferta também) através do sistema. Com a alta do dólar e o fim do programa, raramente compro lá.

Origin

Presença no Brasil: Sim.
Margem de lucro:
100% para seus próprios jogos. Desconhecido para jogos de desenvolvedoras terceiras.
DRM: Cliente Origin. Algumas produtoras exigem um segundo DRM (Denuvo, UPlay, etc.).
Modo Offline: Todos os jogos devem ser primeiro iniciados em modo online. A partir daí, teoricamente podem funcionar sem a necessidade de uma conexão. Mas há inúmeros casos em que isso não é possível.
Vantagens: Jogos exclusivos da EA que não são comercializados em outras lojas, integração com a comunidade de jogadores de títulos da EA e jogos gratuitos liberados sazonalmente.
Desvantagens: Não é possível comprar jogos como presente para outros usuários. O cliente é bem mais pesado e tem menos funcionalidades do que o do Steam.

origin

O Origin surgiu em 2011 para surpresa de muitos jogadores, quando a desenvolvedora EA começou a remover seus títulos do Steam para vender com exclusividade na sua própria loja. Embora alguns jogos tenham retornado para a loja da Valve, quase todos os lançamentos posteriores da EA passaram a ser comercializados fora do Steam, o que gerou uma reação inicial negativa por parte da comunidade. Problemas de performance e privacidade nas primeiras versões do cliente do Origin também prejudicaram a percepção global da loja.

A EA conseguiu reverter boa parte dessa imagem com ações positivas. Por exemplo, historicamente, o Origin foi a primeira loja a oferecer opção de reembolso para compras digitais. A distribuição de jogos clássicos gratuitos no chamado Por Conta da Casa também ajudou a recuperar a confiança do público.

Com o passar dos anos, o cliente foi se aprimorando e construindo uma comunidade ao redor dos títulos da empresa, assim como a loja também conseguiu começar a comercializar jogos de outras produtoras, inclusive com promoções. Embora o Origin não seja exatamente uma preferência dos jogadores, consolidou seu espaço oferecendo um serviço competente, ainda que obrigatório, para os jogos do catálogo da EA.

Com taxas de download muito baixas e um cliente pesado, o Origin ainda é mais um incômodo do que um serviço. Mas jogos gratuitos são jogos gratuitos e tive a oportunidade de experimentar bons títulos, como Battlefield 4 e Need For Speed: Most Wanted graças à "generosidade" da EA.

Gamersgate

Presença no Brasil: Não, apesar dos preços oferecidos em Real para usuários brasileiros.
Margem de lucro: 70% para a produtora, 30% para o Gamersgate (valores não confirmados).
DRM: Nenhum. Mas muitos dos jogos comercializados utilizam o Steamworks, ou mesmo DRMs secundários (como Uplay).
Modo Offline: Varia de acordo com o DRM implantando e não depende do Gamersgate.
Vantagens: Possivelmente na briga pela segunda posição do maior catálogo de títulos disponíveis, inclusive jogos mais antigos que não estão mais à venda em outras lojas. Possui um programa de recompensas e um programa de afiliados.
Desvantagens: Visualmente datado. Embora já tenha protagonizado grandes promoções no passado, ultimamente vem apresentado poucas ofertas de títulos de grandes produtoras.

gamersgate

O Gamersgate foi um dos pioneiros da distribuição digital e nasceu da iniciativa da produtora sueca Paradox Interactive de vender seus jogos para consumidores globais. Quando a empresa vendeu um jogo para um usuário na Argentina em 2004, através de um link de download exclusivo, a notícia se espalhou nos fóruns da produtora e muitos jogadores pediram para ser atendidos da mesma maneira. Em 2006, foi oficializado o Paradox on Demand, que visava atender fãs dos títulos da empresa que não conseguiam encontrar seus produtos em lojas físicas.

A resposta foi tão positiva para o serviço, que a Paradox resolveu abrir uma empresa independente, batizada inicialmente de Gamer's Gate, para suprir a demanda e oferecer também jogos de outras produtoras. Em 2009, o Gamersgate foi inaugurado com 1000 títulos disponíveis. Em 2014, a loja já contava com 6.500 jogos à venda, mas não há dados mais atualizados sobre seu catálogo agora.

Em seus primeiros anos, o Gamersgate se concentrou em oferecer jogos sem qualquer tipo de DRM permanente. O usuário baixava um instalador exclusivo, responsável pelo download dos arquivos dos servidores, e utilizava uma chave de ativação se solicitado. Com o advento do Steamworks e outros modelos de DRM, o Gamersgate se viu forçado a abandonar a prática, mas ainda é possível encontrar títulos mais antigos ainda comercializados da mesma forma.

Devo ao Gamersgate muitos títulos que só encontrei lá, como o excelente Billy Hatcher and the Giant Egg. Por um tempo, parecia que se tornaria um competidor de peso para o Steam e houve um momento em que eu tinha quase tantos jogos lá quanto na plataforma da Valve. Mas isso já tem muito tempo...

Ouvindo: Welle Erdball - Tanz mit mir
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Um comentário:

Rabisco Virtual disse...

Aquino, faltou a Splitplay.

Tudo bem que a loja é tão pequena que, diante da obra de grandes nomes do mercado, chega a parecer um mero esboço. Porém, a iniciativa merece algum destaque.

Retina Desgastada

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