Retina Desgastada
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29 de julho de 2013

Por Que eu Odeio a Gearbox Software

Borderlands

Antes de tudo se faz necessário explicar que acredito na possibilidade de se separar a arte do artista. Orson Scott Card pode ser um homofóbico de carteirinha, mas isso não me impede de apreciar a genialidade de O Jogo do Exterminador, por exemplo. A Electronic Arts e, por extensão, a Bioware, podem ter aplicado as mais estúpidas práticas comerciais com relação à Mass Effect, mas isso não interferiu em minha capacidade de apreciar a trilogia.

Este posicionamento também se aplica à Gearbox Software? Sim. Exceto que eu não curti Borderlands. Nem Brothers in Arms.

Entretanto, voltando mais de uma década no tempo, para os primórdios da empresa, posso afirmar que os ports deles de Halo e da série Tony Hawk são trabalhos que guardo no coração, assim como as expansões do primeiro Half-Life. Opposing Force é um clássico instantâneo. Obrigado, Gearbox.

Mas esta postagem não é exatamente sobre os jogos da desenvolvedora. Borderlands 2 vendeu e ainda vende mais do que água no deserto, de onde se conclui que ele estão fazendo alguma coisa certa, ainda que esta coisa não tenha um jogador como eu no seu foco de ação. Esta postagem é sobre um sistemático padrão de decisões gerenciais ou criativas que beiram o mau-caratismo.

O Duke Nukem Que Você Nunca Irá Conhecer

Duke Nukem Reloaded

Que o projeto de fã Duke Nukem Reloaded foi engavetado para sempre, é algo de que talvez você se recorde de ter lido por aqui. Quase dois anos depois, o líder do projeto coloca a boca no trombone e revela o tumultuado bastidor da produção e o papel da Gearbox Software em seu cancelamento.

“Nós fechamos o projeto nós mesmos baseados no que a Gearbox nos disse, que não haveria nenhuma chance, nem uma mísera chance, de que nós o lançaríamos, de que eles permitiriam que fosse lançado algum dia. Eles o viam como um projeto que nós poderíamos desenvolver para nós mesmos e isto era algo em que não estávamos interessados, nós queríamos compartilhá-lo com o mundo".

Para quem não lembra, Frederick “fresch” Schreiber tentou recriar Duke Nukem 3D usando a Unreal Engine 3. Sua obra ganhou fôlego quando recebeu a benção da 3D Realms, criadora do jogo, e a "permissão" da Gearbox, nova dona da marca. Schreiber montou uma equipe e caiu dentro por mais de um ano. Mas, o jargão jurídico se mostrou, como sempre, uma armadilha.

“O contrato que nós tínhamos não especificava um lançamento. Ele especificava que nós tínhamos permissão de criar o jogo sob uma licença não-comercial. Nós deduzimos que, se tínhamos uma licença não-comercial isso significava que poderíamos trabalhar no jogo de graça e então lançá-lo de graça para os fãs".

Não era bem assim, como Schreiber descobriu ao visitar os escritórios da Gearbox. Faltava pouco para o lançamento de Duke Nukem Forever e o quarto título da franquia não estava sendo bem recebido pelas primeiras análises, para dizer o mínimo. O clima era tenso. Segundo o desenvolvedor, a reunião foi estranha. Os executivos ficaram muito satisfeitos com o demo apresentado de Duke Nukem Reloaded, mas também ficaram muito incomodados. Chegaram a dizer para ele para não mostrar, sob nenhuma circunstância, nada daquilo para ninguém mais. Aparentemente, eles estariam esperando uma versão HD, uma retexturização ou algo assim do velho Duke Nukem 3D e não uma recriação do zero que parecia rivalizar com títulos AAA.

Duke Nukem Reloaded Bom demais para seu próprio bem?

Schreiber conclui que a Gearbox Software estava em uma posição perigosa: tinha em uma mão uma amaldiçoada continuação oficial de Duke Nukem 3D e largo investimento da 2K Games e na outra um trabalho de fã que tinha saído melhor que a encomenda e poderia ofuscar o sucesso de Duke Nukem Forever.

Apesar da experiência traumática, Schreiber afirma que entende a decisão da Gearbox e acredita que sua criação ainda pode ressurgir no futuro, agora que Duke Nukem Forever já perdeu impulso. Enquanto isso, o desenvolvedor e seu time de profissionais, a Interceptor estão lançando o novo Rise of the Triad nesta quarta-feira. De um jeito ou de outro, eles conseguiram refazer um FPS clássico.

Aliens: a Fraude

Durante a E3 de 2011, Randy Pitchford e sua Gearbox Software exibiram uma demo em uma sala fechada para jornalistas. Era Aliens: Colonial Marines, não apenas um capítulo canônico na franquia dos xenomorfos mas também uma promessa de jogo para a próxima geração. A demonstração impressionou a platéia com batalhas épicas, inteligência artificial avançada, efeitos de iluminação de cair o queixo e gráficos de ponta. Nas palavras do próprio Pitchford e gravadas para a posteridade, a exibição era composta por "jogabilidade em tempo real".

Dois anos depois e apenas uma das diversas cenas apresentadas na demonstração entrou de fato no jogo final. Radicalmente alterada, segundo o Destructoid. E nenhuma das qualidades técnicas exibidas sobreviveu. A comparação entre o que foi apresentado e o resultado atual é assustadora:

Você pode argumentar que o criticado roteiro do jogo foi aprovado pela 20th Century FOX, detentora da marca "Aliens". Você pode argumentar que a má-qualidade do produto foi resultado do trabalho terceirizado da agora finada Timegate Studios. Você pode argumentar que a Sega resolveu apressar o lançamento em sua reta final, depois de seis anos injetando dinheiro no projeto. Não há provas de que este mesmo dinheiro da Sega tenha sido investido na produção de Borderlands 2, apesar dos indícios. Para tudo isso, a Gearbox Software pode sair pela tangente.

Mas ninguém pode negar que Randy Pitchford mostrou um jogo completamente diferente em 2011.

Nem Borderlands Escapa

"Mas eles fizeram Borderlands". Esse é o argumento repetido à exaustão, como um mantra, pelos fãs do mundo de Pandora. Porém, mesmo Borderlands tem um esqueleto no armário. E ele se chama CodeHunters...

O vídeo acima não é um trailer de Borderlands, não é um tributo de fã. É um curta-metragem de animação criado por Ben Hibon para a MTV Asia, em 2006, três anos antes de Borderlands ser lançado, um ano antes dele sequer ser anunciado.

Há uma perturbadora similaridade entre a atmosfera do curta e o visual final do jogo da Gearbox Software. Perturbadora o suficiente para se transformar em uma matéria da Forbes, que foi investigar o que aconteceu nos bastidores.

Se você ainda não está convencido das similaridades, compare dois frames do curta com frames do vídeo de abertura do jogo:

Comparison-2 Comparison-1

Borderlands não nasceu com este visual, como alguns podem lembrar. Inicialmente, sua estética era bem genérica e não havia o uso de cell-shading, com gráficos puxados para o fotorrealismo. Nas próprias palavras de Brian Martel, CCO da desenvolvedora, "não queríamos ser considerados um Rage de pobre". Foi quando o jogo sumiu dos radares por quase um ano para ressurgir com sua cara "única".

Coincidência não é uma explicação fácil desta vez. Randy Pitchford em pessoa elogiou CodeHunters em 2010, quando o Reddit detectou as semelhanças pela primeira vez. E com a maior cara de pau do planeta afirmou que "eu gostaria de agradecer aos sites de notícias que optaram por compartilhar este magnífico trabalho do CodeHunters com seus leitores. É um conteúdo fantástico e ninguém pode duvidar que um bom número de artistas e designers na Gearbox foram inspirados e influenciados por ele".

E o que a Forbes descobriu vai mais além: Ben Hibon e sua equipe foram de fato contatados pela Gearbox em 2008, antes da reformulação de Borderlands, para trabalhar no jogo. Ele e sua equipe trocaram e-mails com a desenvolvedora sobre a possibilidade de dirigir algumas cutscenes. A parceria nunca foi pra frente e Hibon esqueceu-se do fato até ver o jogo pronto um ano depois. "Eu nunca criei ou desenhei nada para a Gearbox ou Borderlands. A Gearbox viu meu trabalho e decidiu reproduzi-lo, se apropriando dele, sem minha ajuda ou meu consentimento".

De acordo com a Forbes, a prática continua dentro da Gearbox Software:

olly-moss-borderlands-2-star-wars

A imagem da esquerda é um pôster encartado na versão física de Borderlands 2. O da direita é uma arte de Olly Moss para uma série de pôsteres alternativos de Star Wars. Não apenas são muito parecidos, eles representam o mesmo conceito. Moss não gostou das semelhanças. Pitchford? Outra vez admitiu que sua empresa se inspirou no trabalho de outrem e que a arte é assim mesmo. Aparentemente, Moss e a Gearbox chegaram a algum tipo de entendimento. Mas só depois que o ventilador já estava sujo.

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12 comentários:

Raphael AirnMusic disse...

Aquino, no finalzinho ai, os posteres estao invertidos em relação a descrição do texto.

E essas diferenças do aliens colonial mariners me surpreende ate hoje. Coitado de quem comprou na pre-venda, esperando uma coisa e ganhou outra =/

C. Aquino disse...

Valeu pelo toque, Raphael. Já corrigi a descrição dos posteres.

Marcos A. S. Almeida disse...

O que mais me espantou foi o título "Por Que eu Odeio a Gearbox Software".Não é a característica do blog e corre-se o risco - calculado, acredito eu - de atrair "trolls" e fãs indignados.Mas se a indignação é tanta ( e pelo visto , justa) podemos encarar também como um desabafo.De minha parte, se não fosse esse texto esclarecedor, estaria alheio á todo esse imbróglio.Só não me espanta por completo porque sabemos que onde há um ser humano + dinheiro a chance de haver algum tipo de ilícito ou imoral é grande.Não, não percamos a fé no ser humano,o bem e o mal sempre existirão ,melhor se em equilíbrio.

Artur Carsten disse...

Interessante. Já havia suspeitado das práticas da Gearbox desde o fiasco com o Duke Nukem e depois de novo com o Aliens, mas essa história de plágio no Borderlands eu realmente não conhecia. A única coisa que ainda sustenta a imagem dela pra mim é a franquia Brothers in Arms (eu gostei, mas confesso que é mais devido ao fato de eu ser um viciado na temática da II Guerra Mundial).

Parece, então, que a Gearbox tá querendo rivalizar com a Hammerpoint (a desenvolvedora do The War Z/Infestation) pra ver quem é mais podre.

Ótimo texto, Aquino.

Eder R. M. disse...

Aquino, se vamos entrar no território de que "nada se cria tudo se copia", vão surgir "esqueletos no armário" de meio mundo envolvido em indústrias criativas, sejam elas cinema, literatura, músicas, jogos eletronicos ou o que for.

Não estou sendo "fanboy", estou apenas tentando ser sensato. De fato, Duke Nukem Forever e Alien Colonial Marines foram duas belas decepções, mas os outros "motivos" que você postou além disso para "odiar" com tanto fervor a Gearbox podem ser classificados, no máximo, como os motivos de um troll fazendo mto esforço.

Semelhança entre um curta e o visual cel shaded de Borderlands??? Sério? É clara a influência, mas daí a ser uma razão para odiar uma empresa e chamar o comentário do Picthford de "cara de pau" por ADMITIR a semelhança é algo que só um troll enfurecido usaria como argumento. Por quê? Bom, pra começar, o visual do curta não é nada que nunca tenha sido feito antes, o próprio curta é claramente inspirado por vários outros filmes, tanto narrativa quanto esteticamente. Além do que, o Pitchford foi honesto nesse quesito, Queria que dissesse o que, que foi mera coicidência?

E o poster então... Meu Deus, Aquino, você pode fazer melhor do que isso. Isso acontece o tempo todo no cinema, posters visivelmente inspirados em outros. E nem por isso às pessoas correm aos seus blos para postar como odeiam a empresa tal por causa disso.

Voltando ao Aliens, bom, a Gearbox mentiu feio (o Pitchford, mais precisamente :D ) e entregou um produto bem aquém da maravilha que havia promovido aos quatros ventos. Mancha negríssima na história da companhia.

Já com o Duke Nukem... é complicado, e sendo que o próprio autor do remake do Duke Nukem admitiu que entende a razão do "cancelamento" pela Gearbox, vê-se que ele também entende. A Gearbox tinha uma colcha de retalhos de todos os anos de produção do 4ever quando comprou os direitos, e tentou costurar da melhor maneira que pode. O que não deu certo, como sabemos. Não é um jogo que eu chamaria de "bom", mas ao mesmo tempo, é "divertidinho" (regular), e não o fim do mundo como muitos apregoam, talvez por esperar que o jogo se equiparasse à segunda vinda de Cristo. E chega a ser engraçado certas coisas como, quando no DK 4ever só podiam ser usadas duas armas, o povo gritou em ultraje. Anos antes, quando o Halo fez isso (um game claramente derivativo tanto na estética quanto no roteiro - sendo o livro Ringworld a referência mais óbvia) foi tachado de inovador. Vai entender.

Eder R. M. disse...

Quanto ao seu maldoso comentário do Borderlands ("ainda que esta coisa não tenha um jogador como eu no seu foco de ação") nem sei o que dizer.
Chamar um jogo de coisa, com a clara intenção de desmoralizá-lo, simplesmente porque você não entende a popularidadde dele? Logo alguém como você, que, além de normalmente ter textos inteligentes e articulados, ter uma certa paixão secreta por shooters tipo B como o *horrível além do que as palavras podem descrever* Vivisector? E ser jogador constante de Killing Floor, aquela "coisa" que é uma tremenda salada de frutas descarada da estética zumbi/terror de todos o jogos e filmes já produzidos sobre o tema?

Bom, mas nesse caso, até que se entende seu gosto pelo Killing Floor, afinal, vocÊ até que gostou de Dead Island, que pode ser definido como o primo pobre co-op de Borderlands - mas com zumbis!!! E aparentemente tudo fica melhor com zumbis par você.

Alén do que, você *não* jogou o Boderlands até o final. Você nem mesmo jogou o Borderlands 2, que é similar mas aprimora vários aspectos. O início meio sem graça do jogo (duas armas, granadas comuns, poucos inimigos) nem se compara ao gloriosa caos dos estágios avançados, com vários tipos de armas, efeitos e modificações de equipamento que, junto com a árvore de habilidades, efetivamente muda o modo como vocÊ joga. Mas nem perca seu tempo. Você já está de mente fechada para a série.

Apesar dos pontos válidos que você apontou (DN 4ever e Aliens), no geral esse seu texto me decepcionou bastante devido ao seu discurso de de ódio subjacente. Até pode ter sido escrito com boas intenções, mas como sabiamente diz o ditado popular, o caminho para o inferno está cheio de boas intenções.

Agora, o que você podeira fazer para ser mais justo, seria escrever outras postagens com escândalos/condutas duvidosas de outras empresas (como inclusive você já fez algumas vezes anteriormente). Porque, como qualquer pessoa que se informe constantemente sabe, isso é algo que não falta (caso Bethesda versus Interplay pelo FO online, Activision e Infinite Ward, Activision e Harmonix, Team Bondi e as condições de trabalho do L. A. Noire, Jeff Gerstmann e a resenha nota 6/10 do Gamespot do game Kane and Lynch etc e tal).

C. Aquino disse...

Perceba Eder (e Marcos também) que só usei a palavra "ódio" no título da matéria e não no seu corpo. Até porque não chega a ser tanto ódio assim da Gearbox...

Desde o começo eu sabia que esta seria uma postagem complicada por sabidamente não ter curtido Borderlands nem BIA. O risco de ser incompreendido era alto. Tentei ao máximo separar minha opinião destes jogos da opinião sobre a empresa, vide os parágrafos introdutórios.

Tentei também apenas expor fatos e opiniões emitidas por outros, justamente para não parecer que estava tirando tudo da minha cabeça. Por isso, o depoimento de Schreiber, a citação do Destructoid da E3 2011 (único foco dado a toda confusão do A:CM) e a reportagem da Forbes com a denúncia do Borderlands. Ao contrário do que costumo fazer, nem mesmo escrevi parágrafos conclusivos para amarrar todas as pontas. De fato, saí da minha proposta ao mencionar a "cara de pau" de Pitchford, mas não resisti!

Sobre a "coisa" de Borderlands: "coisa" aí está se referindo à frase completa "ele estão (sic) fazendo alguma coisa certa, ainda que esta coisa não tenha um jogador como eu no seu foco de ação". A "coisa" a que me refiro é a "coisa certa" que o jogo está fazendo, não ao jogo em si. Longe de mim de chamar um jogo de coisa, exceto nos casos mais extremos (já fiz isso? não lembro).

Sobre coop de Bordelands x coop de Dead Island: não experimentei o primeiro e só joguei quinze minutos do segundo. Minhas análises de ambos se baseiam na experiência solitária (para o qual Borderlands não se sustenta e nem mesmo tem essa intenção, de onde eu digo que não sou o seu foco de ação).

Sobre denúncias de outras empresas, elas virão, com certeza elas virão. Até mesmo as da Gearbox eu fui deixando passar até chegar a um volume que eu pensei: "cara, como eu odeio esta empresa!". Até a queridinha dos PC Gamers Valve tem seus esqueletos (vide http://meiobit.com/131151/jeri-ellsworth-hacker-ex-engenheira-valve-forcas-ocultas-sabotagem/).

Então, tudo na boa?

Marcos A. S. Almeida disse...

OPA!OPA!OPA!AGORA A BAGAÇA VAI FERVER!MEXEU COM KILLING FLOOR MEXEU COMIGO!TÁ MARCADO O DESAFIO ÉDER R.M.:EU COM O COSPLAY DE BERSERKER STEAMPUNK E VOCÊ COM O COSPLAY DE AXTON NA HORA E NO LUGAR QUE VOCÊ QUISER!KKKKKKKKKKKKKK!
Éder , é mais ou menos o que você disse mesmo, e a parte do DN Forever eu concordo 100% (mas a parte do KF evidentemente não concordo no que diz respeito á qualidade do jogo).Mas sabemos que entre " inspiração" e "influência" pra plágio há uma linha muito tênue.O que distingue um do outro são evidências e acho que as que foram mostradas são bem fortes.Mas apesar de, eu não cravaria PLÁGIO só com base nelas.Daí o meu espanto ao ler o título do Aquino.Até porque , como ele próprio disse , todas elas têm "esqueletos" portanto "odiar" por isso é muito pouco.Eu diria que o conjunto da obra ainda é "pouco odiável".
Aquino, pode parecer estranho, mas quando eu disse que me espantei é justamente por achar que você não queria dizer exatamente ODIAR.E você só confirmou isso.Mas opinião é opinião e cada um têm a sua e eu respeito a de todos , inclusive a dos 4.126 jogadores de Infestation (antigo WarZ) que o estão jogando neste momento que escrevo , no Steam.Eles devem achar o jogo muito bom.

C. Aquino disse...

FLAME WAR!! kkkkkk

Estou quase trocando o "odeio" por "não vou com a cara". Parece que "odeio" ficou mais forte do que eu imaginava...

Cruzando os dedos para a postagem não parar no Gamevício...

Marcel C. Da Silva disse...

Não é plágio, é copiar sem autorização.

Shadow Geisel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Shadow Geisel disse...

as "semelhanças" entre o curta e Borderlands falam por si só, dispensando o paralelo de imagens. impossível até para o mais ferrenho dos fãs negar que houve uma apropriação indevida do estilo artístico.

sobre o ACM, eu sempre me perguntei por que era tão difícil criar um bom jogo da franquia alien, já que toda a atmosfera e universo estão prontos apenas esperando por mouses competentes para representá-los. aí eu percebi que não é nada difícil, mas pra quê se esforçar criando um jogo imersivo com uma boa história (como o Alien Ressurrection, de 1999 para PS1, que apesar de sua inegável qualidade "morreu" no anonimato) se é possível ganhar até mais dinheiro com um shooter genérico de tema militarista (coisa rara de ser ver. sarcasmo on)?

P.S: Aquino, eu já tinha visto esse vídeo de comparação do ACM. depois dele minha faixa de preços caiu de R$60,00 para o "nem de graça". um fã que se preze não deve incentivar esse tipo de desonestidade com os consumidores.

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