Retina Desgastada
Idéias, opiniões e murmúrios sobre os jogos eletrônicos
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26 de janeiro de 2013

(não) Jogando: World of Warcraft

Karkaz

Dez milhões de assinantes, quase uma década de liderança no mercado, o grande titã a ser derrubado por qualquer aspirante a MMORPG. Este é World of Warcraft. Não existe absolutamente nada que eu possa dizer sobre o jogo que você já não tenha lido em algum lugar, para o bem ou para o mal. A única coisa que posso oferecer é minha experiência.

Devido ao meu triste histórico em jogos multiplayer e ao fato de não conhecer as particularidades do universo de Warcraft, nunca tive interesse em me aventurar por Azeroth. Alguns MMORPGs chamavam minha atenção aqui e ali, mas o grande sucesso da Blizzard não era um deles. Mas não se pode fugir de um colosso deste por muito tempo e, mais cedo ou mais tarde, ele te pega. Graças ao camarada @magaiverpr do BlogMMO e sua insistência, ganhei um convite para conhecer o jogo.

Confesso que meu medo maior não era não gostar de World of Warcraft. Meu medo maior era gostar demais de World of Warcraft. Tem muita gente boa por aí com centenas de horas de jogatina e eu conheço minha vulnerabilidade para mundos abertos de fantasia. Se um simples MUD de texto como o extinto e saudoso ABBA podia me manter acordado madrugada adentro, o que um comprovado mundo mágico poderia fazer com minha frágil mente?

Karkaz in World of Warcraft 01

Duas horas depois e eu já estava no nível 6 profundamente entediado e andando em círculos com meu Worgen, matando os mesmos lobisomens de novo e de novo. Duas horas enfrentando o mesmo tipo de inimigo? Que tipo de jogo é esse? É isso que chamam de grinding? Chamei meu filho para participar da brincadeira. A ideia era esta desde a criação do personagem: um protagonista que vira lobisomem e anda para cima e para baixo na companhia de um cachorrão? Irresistível para um garoto de cinco anos. Rodamos juntos pela primeira cidade por mais uma hora, sem saber muito o que fazer. Meu filho insistiu para que pulássemos do alto de um prédio de cerca de oito andares. Minha sabedoria arcaica dizia: "vamos morrer". Sua impetuosidade dizia: "pula, pula, pula!". Pulei, a energia caiu um pouco e subiu depois magicamente! É literalmente impossível morrer no começo da aventura, a menos que você se ausente do teclado no meio de uma luta.

Para quem esperava muita exploração e inimigos variados, confesso que fiquei frustrado. Pelo menos a Blizzard teve a decência de não me colocar enfrentando ratos e coelhos para subir de nível. Já tínhamos três horas de jogo e nada do nosso herói virar lobisomem, para imensa frustração do garoto.Recusei-me a acreditar que este era o jogo que seduzia multidões e fui conferir na internet o que eu estava fazendo errado. Missões, o tolo jogador aqui não tinha percebido que algumas frases de alguns personagens eram links para novas missões.

Agora, a história da queda de Gilneas estava andando! Missões simples, mas que alteravam um pouco o cenário e faziam o enredo progredir. Chamei meu filho de volta e fomos para a guerra!

Karkaz in World of Warcraft 06 Karkaz in World of Warcraft 05

Pelo menos neste início, World of Warcraft parece um jogo single-player com várias realidades paralelas simultâneas na tela. Não há cooperação ou competição entre os jogadores e todo mundo está fazendo as mesmas missões ao mesmo tempo. Um inimigo que você matou irá se materializar novamente dois segundos depois para ser morto por outra pessoa. NPCs ficam parados no mesmo lugar repetindo as mesmas falas para uma fila de heróis. Para quem jogou solo a vida inteira, é desconcertante a sensação de que você está pegando uma senha para esperar a sua vez de ser único. O combate também não empolga.

Em contrapartida, o MMORPG da Blizzard conseguiu aguçar minha curiosidade científica. Em vários momentos, o que está acontecendo ao meu redor é inteiramente modificado por uma ação minha, mas é óbvio que cada jogador está vivendo em seu mundinho, então como os desenvolvedores lidam com esta situação? A cada mudança que altera o mundo é criada uma nova instância da realidade para onde eu e outros no mesmo patamar são teleportados imperceptivelmente? A transição é perfeita. Porém, ainda que tecnicamente exemplar, realça ainda mais a sensação de que nada é real. Imersão não é algo que encontrei em Azeroth.

Transformado em lobisomem, há pouca alteração na jogabilidade. Há alguns momentos legais, como pilotar uma catapulta inimiga ou operar um canhão e matar monstros às dezenas. Mas são poucos comparados às constantes missões onde somos obrigados a matar X oponentes e voltar. Se o respawn é infinito, que diferença faz matar 10, 20 ou 100 destes invasores? A batalha irá continuar até o evento programado acontecer. Não há um senso de realização e nenhuma satisfação além de alguns itens novos, que pouco alteram as estatísticas, e o lento conta-gotas das moedas. Depois de horas e já no nível 10, não tenho dinheiro para comprar uma coleira.

Karkaz in World of Warcraft 09 Karkaz in World of Warcraft 08

Depois de um tempo, meu filho pediu para tirar o jogo porque ele não gostou. Posso estar enganado, mas acho que é a primeira vez em que ele toma a iniciativa de desinstalar. Tenho certeza de que mais à frente existe algum ponto onde o acesso à grandes áreas é liberado, mas não sei quantos eventos ou quantos tediosos níveis tenho que cruzar até chegar lá. Não vi um Pandaren sequer, nem mesmo um Orc. Sem o bônus de pelo menos poder compartilhar este esquálido universo com meu filho, não me sinto animado a prosseguir.

Karkaz in World of Warcraft 010 Sigo suas demandas e despeço-me de Azeroth, provavelmente para sempre.

Ouvindo: Turok 4 - Son of Stone
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17 comentários:

Marcel C. Da Silva disse...

De fato, a campanha do Worgen não empolga muito, por isso que meu primeiro personagem foi da Horda, mas leva um tempinho até vc poder fazer algo realmente empolgante (leia-se poder entrar na fila para o Localizador de Masmorras).
Eu mesmo jogo WoW (tenho um caçador no lvl 90 e uma penca de personagens entre os níveis 40 e 88) e posso dizer que é divertido, no contexto do jogo, porém pode se tornar enjoativo se focado somente em missões.

Jimmy Fischer disse...

Teu mal é a idade Aquino.Acho que MMORPG é o único genero de jogo que vc deve se esforçar para começar a gostar.

Jimmy Fischer disse...

Minha experiência com MMORPG:
-
Lá nos idos dos anos 2000 comprei o meu primeiro PC.Um dos primeiros jogos que eu tive contato foi TIBIA.Na época eram apenas 6 servidores e certas coisas funcionavam bem diferente de como é hoje.Magos era uma eternidade para se upar sem wands e a interação com NPCs era puro texto...
Confesso que o jogo me pegou, fiz amigos e virei algumas semanas/meses esperando dar meia-noite(era conexão discada) e ficava até as 8:00 da manhã do outro dia... nada havia me divertido tanto!
Depois veio Priston Tale.Na época nada de bonus para upar e grind puro, tb me divertiu mas cansou logo.
Depois veio PErfect World... era mais baseado em Quests mas tb me divertiu por algumas semanas até se tornar tb enfadonho...
Daí pra frente testei vários e nenhum me prendeu muito, parece um gênero que se repete, só mudam os títulos, os jogos são sempre do mesmo tipo.
MMORPGS são jogos que recompensam o tempo que você se dedica a eles( e apaciencia).Eu não tenho mais nem um, nem outro!

Marcel C. Da Silva disse...

Eu joguei todos os que o JImmy jogou, e no final, tomaram esse mesmo rumo...Menos o WoW.

Ed R M disse...

Hmn, bom, interessante essa sua experiência Aquino, mas logo se vê que você não... pegou a essência de como é o estilo MMO do WoW. Bom, como vc mesmo disse, foi sua experiência, e não uma análise.

Não é o tipo de jogo de gratificação instantânea, vc tem que realmente se dedicar para chegar a ver todo o "mundo lá fora". Mas, se o início não empolgou, de fato não há motivo para se dedicar.

O mundo em si é imenso. Para fazer um pararelo, pense em um jogo como o Morrowins, no qual vc começa naquela cidade pequena e aos poucos vai chegando nas outras cidades, como Balmora, e até cruzar o outro lado do mapa se foi um BOM tempo.

O WoW é tipo assim, só que tem regiões divididas por níveis, o que essencialmente te "tranca" em um punhado de áreas até que você possa enfrentar os inimigos mais poderosos e explorar todos os continentes.

A diferença para as fases iniciais, principalmente do Worgen, Goblin e Pandaren, é que você precisa completar toda a historinha (ou seja, seguir as quests) até o evento final, pois essas áreas não são liberadas após essa parte, e aí sim vc tem um pouo mais de liberdade para explorar o resto do mundo na ordem que quiser, desde que esteja em uma área de nível compatível com o seu. Por exemplo, se terminasse o início dos Worgen, aí vc iria para a cidade humana de Stormwind, onde poderia pegar um "metrô" :P para a cidade Ironforge dos anões e ir explorando.

E nas cidades é onde vc encontraria de fato a populaçao dos jogadores reais.

Vc não viu nenhum orc nessa região dos Worgen porque seria impossível de acordo com o lore / "mitologia" do jogo e a posição geográfica dessa região e da região dos orcs, bem como pelo fato de que os orcs são inimigos da aliança... Ah, e os Pandaren aí seria impossível mesmo, pois eles não "existiam" no jogo na época da história em que a aventura inicial dos Worgen acontece. Mas depois que acabar essa parte, pelo nível 10 a 12 se vc seguir as qeusts, aí ficando liberado para o resto do game vc magicamente passa a ver todo o tipo de personagens :D

Ah, e a Blizz tem uma tecnologia chamada phasing que, como o nome sugere, cria "fases" diferentes de um mesmo cenário para diferentes jogadores sem precisar fazer instâncias e que podem mudar o local um pouco, fazendo com que personagens em "fases" diferentes do cenário fiquem, essencialmente, invisíves uns para os outros.

Quanto ao mapa do game, vc chegou a vê-lo por completo? Tem os dois continentes de Azeroth que estão desde o início (Kalimdor e Eastern Kingdoms), mais o planeta Outland da 1ª expansão (pois é, o game se chama *mundo* de Warcraft mas vc vai parar em outro mundo tb :-D ), mais o continente do norte - Northrend da 2ª expansão, mais as áreas nos dois continentes inicias que "apareceram" na 3ª expansão mais o continente do Sul que é a terra natal dos pandaren que surgiu das névoas - literalmente - com a 4ª expansão.

É um bocado de chão a percorrer :) Ou voar, depois que vc libera as montarias voadores a partir do nível 60.

Enfim, só escrevi tudo isso porque pelo texto vc parecia ser bastante novato quanto à forma que o jogo funciona. Tenho a impressão de que vc imaginava que era algo mais tipo Killing Floor, por exemplo.

Mas o WoW de fato funciona como um RPG, preso ao sistema de níveis, no qual vc começa num canto do mundo e aos poucos vai conseguindo novos níveis e liberando áreas novas e encontrando jogadores.

A "diversão" mesmo, no sentido de estar fazendo constantemente em atividades co-op, só acontece quando vc atinge o topo do nível máximo.

Claro, no meio tempo tem os dungeons para até cinco pessoas (dependendo do eu nível, como sempre, hehe :D), ou as batalhas em cenários específicos de PvP, mas o grosso das atividades multiplayer mesmo está no nível máximo.

Ed RM disse...

IMO, o WoW, mesmo tendo se tornado mas acessível desde que ele iniciou (acredite, ele conseguia ser menos amigável para iniciantes ainda) é, essencialmente, um MMORPG que requer, sei lá, dezenas e dezenas, quiçá centenas, de horas dedicadas para explorar cada canto, e é isso que garante a popularidade dele. Por maior que tenha sido e continue sendo a intenção da Blizzard de fazer um MMO por níveis fácil de "pegar", ele ainda assim é complexo e requer tanta dedicação como se fosse "um segundo emprego".

Sempre há um nível, uma quest, um dungeon, uma batalha de PvP, um achievment (e tantas outras coisas) a mais... ao alcance de mais uns "minutinhos" de jogo. A eterna cenoura pendurada em uma vara à frente do cavalo :P E se aplica o slogan do tipo "viva outra vida em outro mundo".

Já me diverti muito com o WoW (mais jogando solo que em grupo), ***adoro*** a mitologia do jogo, mas chega um ponto que simplesmente enche (para mim, normalmente o momento em que chego ao fim do conteudo SP de uma expansão).

Só acho Aquino, que vc foi extremamente infeliz em chamar o universo do WoW de esquálido. Pelo contrário, desde o lore (que repito, é fantástico e tranquilamente rivaliza com qualquer RPG por aí) até na questão da exploração há um mundo riquíssimo a ser descoberto. Mas requer dedicação. Não é instantâneo.

Sim, as atividades são repetitiva, mas qual RPG (mesmo single player) desse tipo não acaba sendo? Mesmo o Morrowind, que usei como exemplo, acaba sendo, no final das contas, aquele típico RPG "mate isso", "mate aquilo", "entregue isso", "converse com fulano", "investigue tal mina".

E nas cidades, o que as pessoas (reais) mais fazem é ficar conversando no chat :P Pois é, vira algo social mesmo, um chat de luxo.

CITAÇÃO do Jimmy Fischer acima:
"Daí pra frente testei vários e nenhum me prendeu muito, parece um gênero que se repete, só mudam os títulos, os jogos são sempre do mesmo tipo."

Heh, engraçado, essa é minha definição para shooters e jogos de corrda em geral :-D .

Michel de Oliveira disse...

Sei como é...

Jogo Final Fantasy XI e lá o grind é ainda mais cruel. O jogo inteiro é baseado como um velho JRPG. Ou seja, você precisa matar monstros e mais monstros pra ganhar experiência. E o pior, é praticamente obrigatório fazer isso em party.

Até uns 4 anos atrás o jogo era muito pior, quando o level máximo dos personagens não passava de 75. Precisava-se de grupo pra praticamente qualquer coisa.

Hoje em dia consegue-se atingir level 99 passando por umas três áreas em até 15 dias, se for um jogador casual. Antes, demorava 6 meses pra chegar no 50... E era a partir desse nível que você tinha acesso às missões mais importantes de história do jogo.

Mas ainda sim, FFXI consegue ser o título mais hardcore e hostil a novos jogadores que existe no mercado. Me surpreende a Square dizer que é o FF mais lucrativo deles.

Marcos disse...

acho que é por isso que não sou mais chegado a MMORPG. Exige um comprometimento que não consigo mais ter, principalmente por que na maioria das vezes o jogo te prende te recompensando com itens e níveis ao invés da diversão.

Jimmy Fischer disse...

O Ed ae sabe tudo hein?Fiquei com vontade de jogar só lendo o texto dele... se não tivesse mais 1 ano e meio de faculdade eu me arriscava a comprar uma key e a mensalidade!

Marcos A. S. Almeida disse...

Se têm uma coisa que aprendi com os MMOs (apesar de ter 1/10 da experiência do Eder RM nesse gênero) é que é preciso muita paciência e dedicação.Tudo é muito "á conta gotas" e a única coisa que chega rápido é a sua própria morte.Por outro lado o jogo têm que cativar, se não será tudo realmente muito chato.

Shadow Geisel disse...

MMORPG é uma questão de gosto, não de idade. depende muito do jogo conseguir te cativar ou não. um jogo chato será chato, independente de ser massivo ou não.
eu, PARTICULARMENTE, não gosto muito desse tipo de jogo. joguei o Warcraft 2 mas foi offline. a campanha era bastante interessante, bem diferente da maçante experiência que o Aquino narrru. mas já tive contato com alguns outros jogos desse gênero e não senti a mínima vontade de jogar. eu sou capaz de gastar 200 horas em uma campanha de Fallout 3 ou destravar cada carro no Most Wanted, mas simplesmente não me sinto interessado em ficar fazendo grind contra 300.000.000 inimigos que te dão 0,000001 de XP em uma campanha que muitas vezes o jogador não sabe nem o enredo principal.

C. Aquino disse...

Quando escrevi a postagem, temia receber uma chuva de críticas e fico muito feliz com a gentileza de todos, mesmo dos fãs de WoW. Aliás, a descrição do Ed dá mesmo vontade voltar...

Quanto ao "esquálido", foi um adjetivo de última hora inserido na frase que teria sido melhor se deixado de fora porque agora eu tenho que explicar o contexto! Na verdade, esquálido não é o WoW inteiro, mas apenas a parte que conseguimos ver, meu filho e eu. Pouca coisa para fazer, poucos lugares para ir. Enfim, um adjetivo mal colocado mesmo.

Se WoW é um paradigma do gênero, posso testar outros títulos (F2P, de preferência) sem medo de me perder. Até o dia em que encontrar um que me sugue e não devolva de volta... culpa do Magaiver!

Michel de Oliveira disse...

Aquino, o único MMO realmente que me cativou foi o Final Fantasy XI. O problema é que, como disse, o jogo é extremamente hostil, principalmente com os novatos. Mas tem uma história que compensa, e muito, as horas gastas. Ou eu tive a sorte de encontrar pessoas legais pra jogar...

Breno disse...

Cit. Ed RM acima:
"IMO, o WoW, mesmo tendo se tornado mas acessível desde que ele iniciou"

Não me enteresso nem um pingo por WoW, mas esse tipo de casualização é um fenomeno interessante(lamentavel tb). O engraçado é que são tipos de coisas que foram introduzida por causa dos jogadores. Tudo hj em dia tem que ser dado na palma da mão do jogador para ele não se sentir frustrado...

Marcos A. S. Almeida disse...

Aquino, em sua vida "gamística" cometestes duas heresias: (não) jogar Resident Evil 4 e (não) jogar WoW. Recomendo a auto-flagelação com a Blade of Chaos , uma oração gamer => https://skynerd.com.br/perfil/ValerioGamer/post/207046-ora-o-do-gamer- e revisite "Los Ganados" para sua completa remissão e para que sua alma gamer não arda no Dante's Inferno.Vá e não cometa mais pecados, hein menino!

Helder disse...

Wow é um conjunto de quest's repetitivas, não há como negar. Sua falta de sensibilidade coletiva mesmo para um universo virtual também é incomoda. Eu cheguei inúmeras vezes a criar personagens e coloca-los no ultimo nível no Cataclism e no Pandaria sem sequer entrar em nenhuma guilda até o nível 85/90. Isso não é bom, não é uma evolução. Isso é lamentável para um MMORPG!
Joguei por alguns anos, no início WOW era um ótimo jogo, ao menos para mim, porque trouxe a materialização mesmo que virtual do que imaginávamos enquanto varava noite, juntamente com companheiros de espada nas nossas aventuras D&D. Lembro-me como ontem o quanto o ato de pular, hoje tão banal me chocou ao jogar este MMORPG. Sim, porque antes do mesmo, era algo que pouco se via, talvez sequer tenha sido visto em um MMORPG, além talvez do EverQuest, não me recordo.
Mas Aquino, deveria ter avisado que testaria um MMORPG, lhe recomendaria o EVE Online. Jogabilidade, Universo complexo. Há um antes e depois do EVE Online na cabeça daqueles que o jogaram... Fica o pedido de uma análise sua sobre o mesmo =D

Kiosia disse...

Guild Wars 2. Só isso que eu vou falar sobre MMOs esse ano. (A não ser que eu tenha acesso ao Elder Scrolls Online até Dezembro =P)

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