Não costumo copiar matérias inteiras, mas esta se encaixa tão bem no meu tema de (i)realidade, que não tenho como não utilizar. Saiu no Kotaku Brasil:
"Guillaume Colomb pegou dez das obras de arte mais clássicas do mundo e as deixou um pouco mais “atuais”, incluindo personagens como Mario, Pac-Man e a Princesa Peach.
(...) A escolha dos temas também não é por acaso: Guillaume já trabalhou com games antes. Ele foi diretor das cutscenes de Alone in the Dark (o de 2008) e também das cenas de Ghost Recon: Future Soldier mostradas pela Ubisoft durante a E3 de 2010. Outros trabalhos dele estão disponíveis em sua página pessoal."
Confira três trabalhos (clica que amplia) e acesse a galeria completa:
Ouvindo: 7 Year Bitch - Hip Like Junk
5 Comentários
Já a terceira não.O Colossus se agrega perfeitamente á obra dando até a impressão que faz parte dela originalmente.Quem não conhece a obra e apresenta pela primeira vez não percebe a modificação e é aí que percepção aguçada do autor faz a diferença.Apesar de sombria ficou muito bonita.
Sei que por aqui não há "trolls" (ou ao menos um que faça "tollagem")mas antes que digam , não entendo nada de artes pláticas.É apenas pura e simples opinião.
A história de Timeshift também é um lixo, mas pelo menos vc vê que os desenvolvedores suaram a camisa p/ fazer uma jogabilidade incrível com uso extenso dos seus poderes de manipulação do tempo. O que nem de longe é o caso de Singularity.
Sobre o post, concordo com o Marcos. Talvez por também não entender nada de artes plásticas, mas achei todos, fora o do Colossus, meio bizarros. Mesmo o da guria do Soul Calibur como Venus, que se encaixa relativamente bem no quadro, ficou meio estranho.
Depois de Singularity e Homefront, esta é a estratégia que venho usando. Tem muitos jogos por aí que parecem muito bons mas que, na verdade, não valem nem um centavo. Sinceramente já cansei de gastar meu suado dinheirinho com lixos como estes dois jogos. Agora somente as desenvolvedoras que merecem irão ganhar meu dinheiro.
E nem estou pedindo por excelência. Tanto que comprei o Metro 2033, apesar de ser muito insatisfatório. A história ficou muito melhor no livro.
Mas nem com uma arma apontada p/ minha cabeça eu darei meu dinheiro p/ desenvolvedoras que, ao criar um jogo, têm reuniões assim:
"Ah... Trabalhem os gráficos e encham o jogo com qualquer porcaria genérica como história. RÁ! História! Não consigo deixar de rir quando falo isso. Hein? Jogabilidade? Puzzles? Façam do jeito que der no menor tempo possível. Embolsamos o que sobrar do dinheiro destinado à produção e depois o pessoal do marketing que se vire p/ vender esta porcaria. Jogadores são tão imbecis que nem irão perceber a mediocridade. E sempre podemos calar os que perceberem com os números de venda dos que compraram por impulso do hype criado".